quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Ultrapassou os limites da decência mínima



 A denúncia do desvio R$ 7,5 milhões doados para a compra de testes rápidos da Covid-19 supostamente transferidos para o Pátria Voluntária, o programa coordenado pela primeira-dama Michelle Bolsonaro, caiu como uma bomba no Parlamento nesta quinta-feira (1º). Nas redes sociais, políticos, autoridades, famosos e anônimos não pouparam críticas a mais um episódio de corrupção envolvendo o clã presidencial.

A reportagem assinada pela jornalista Constança Rezende, na Folha de S.Paulo, apontou que o frigorífico Marfrig, um dos maiores do país, doou em março R$ 7,5 milhões ao Ministério da Saúde para a compra de 100 mil testes rápidos do coronavírus. O dinheiro, entretanto, não foi usado para essa finalidade. E uma vez nas mãos de Michelle Bolsonaro, foi repassado sem qualquer edital para instituições evangélicas ligadas à ministra Damares Alves, do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.

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