segunda-feira, 31 de maio de 2010

ISRAEL: O terror do Estado


Na foto manifestantes turcos queimam a bandeira do estado terrorista de Israel

Israel atacou nesta segunda-feira um navio da Frota Gaza Livre, que tentava transportar cerca de 10 toneladas de ajuda humanitária para a Faixa de Gaza. O ataque matou 19 pessoas e feriu outras 30.

O navio atacado foi o HHI, de bandeira da Turquia, assegurou a organização humanitária, foi abordado por membros da Marinha de Israel.Entre os passageiros da embarcação de Gaza Livre se encontram parlamentares europeus e ganhadores do Prêmio Nobel da Paz.
A imprensa turca mostrou imagens tiradas no interior do barco turco Mavi Marmara, nas quais se viam soldados israelenses abrindo fogo.
Os barcos da Frota Gaza Livre, que busca ajudar o povo palestino que vive sob o férreo bloqueio israelense, com o envio de alimentos, móveis, assistência médica e materiais de construção, estruturas como hospitais e escolas foram destruídos ou deixadas em muito mau estado pelos ataque realizado pelas forças israelenses.
A frota é composta por seis navios, três deles turcos, e transporta, entre outras coisas, materiais de construção, equipamentos médicos de necessidades básicas, com o fim de romper o bloqueio que sofre a Faixa de Gaza por parte de Israel.

Brasileira estava em um dos navios

Iara Lee é uma brasileira com ascendência coreana. Ativista e cineasta, ela é fundadora da Caipirinha Foundation, que apoia projetos a favor da paz e da justiça pelo mundo.

Enquanto morava no Líbano em 2006, Iara presenciou o bombardeio de 34 dias ao país pelas tropas israelenses. Isso a instigou a militar pela paz no Oriente Médio.

Em 2008, Iara viveu no Irã. Atualmente, ela trabalha no apoio a civis da Faixa de Gaza

Iara Lee está em boas condições de saúde, segundo a Embaixada de Israel no Brasil, e teria recusado a opção de deixar o país voluntariamente.

Neste momento, ela está detida pelas autoridades israelenses, aguardando ser deportada.

A comunidade internacional espera uma ação enérgica do Conselho de Segurança da ONU contra o governo terrorista de Israel.

Oposição & Oposição


Fazer oposição é fácil. Fazer oposição com responsabilidade é outra história.

Vereadores de oposição abarrotam a Administração Municipal com requerimentos e indicações, às vezes sem o menor sentido, outras por puro oportunismo.

O Prefeito em reunião com produtores rurais acertou a recuperação das estradas rurais e decidiu-se elaborar um cronograma de ações, começando a recuperação pela Palestina até a recuperação de todas as estradas.

Logo em seguida um certo vereador entra com requerimento solicitando a recuperação da estrada do Xororó.

Ora, se já havia um cronograma de obras ajustado entre a Administração e os Produtores e a estrada do Xororó faz parte deste cronograma, qual o sentido do requerimento?

Em uma leitura simplista, somente vemos aí o oportunismo, para amanhã quando as máquinas chegarem ao Xororó, o vereador bater no peito e afirmar:

- Eu que consegui!

Tem vereador pedindo relatório de servidor da Prefeitura, que saber o que ele fez e o que fará no próximo semestre. Pelo que "pouco" entendo de administração o servidor tem que prestar contas ao Prefeito, ou será que mudou a correlação dos Poderes?

Se assim for, o Prefeito poderia pedir ao nobre vereador que lhe prestasse contas de seus atos. Quantos projetos de lei, que não em interesse próprio, apresentou? Quais foram os trabalhos legislativos realizados?

Abro um parêntese para falar do vereador Juninho Coelho, opositor ao Prefeito, porém com responsabilidade, preocupado com o município, buscando recursos, apresentando sugestões, acompanhando o Prefeito em Belo Horizonte, enfim, é oposição mas a executa de maneira responsável, não se vale apenas de requerimentos e indicações para mostrar serviço.

Voltando ao assunto sobre oposição por oposição e para encerrar, relembro o fato de certa vereadora que até Boletim de Ocorrência registrou por ter sido impedida de participar de uma reunião do CODEMA, quando ela mesmo havia votado favorável a uma Lei que da direito ao CODEMA em realizar sessões fechadas.

Seria engraçado, se não fosse sério por se tratar de representante do povo.

Feira de Arte e Cultura


Foto: Antonio Almeida


A Escola Estadual Clóvis Salgado, realizou na última sexta-feira uma Feira de Arte e Cultura, coordenada pela Professora Rosana Pires, onde além do artesanato local, comidas típicas oriundas do milho, músicas, pinturas de artistas cambuquirenses, teve a apresentação da Congada, que levou aos estudantes e público em geral, um pouco da arte popular cambuquirense.

Na foto, da esquerda para a direita, o vice-prefeito Jonas Louzada, o vereador Paulo César, presidente da Câmara Municipal, a professora Rosana Pires, organizadora do evento e o prefeito Kaka.

domingo, 30 de maio de 2010

Junho é tempo de "Quentão"


Quentão é uma palavra de origem caipira, como o folclorista Amadeo Amaral em”O Dialeto Caipira”refere como uma das mais tradicionais bebidas servidas durante as quermesses e festas juninas no Brasil. É relacionada às noites frias das festas, especialmente nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná.

Consiste originalmente em uma mistura aquecida de aguardente, gengibre,açúcar e especiarias.

Outra bebida popular, tipica também caipira e quase uma variação do quentão é o vinho quente. Este amplamente consumido nas festas do sul do Brasil.

Curiosidades:
Entre 1532 e 1548, os primeiros colonizadores descobriram o vinho da cana-de-açúcar. No séc.XVI, a cachaça já era moeda corrente para compra de escravos na África. Incomodada com a queda do comércio da Bagaceira e do vinho portugueses na colônia e alegando que a bebida brasileira prejudica a retirada do ouro das minas, a Corte proíbe várias vezes a produção, comercialização e até o consumo da Cachaça. Sem resultados, a Metrópole portuguesa resolve taxar o destilado. Em 1756 a Aguardente de Cana de Açúcar foi um dos gêneros que mais contribuíram com impostos voltados para a reconstrução de Lisboa, abatida por um grande terremoto em 1755.
Para a Cachaça são criados vários impostos conhecidos como subsídios, como o “literário”, para manter as faculdades da Côrte. Como símbolo dos Ideais de Liberdade, a Cachaça percorre as bocas dos Inconfidentes e da população que apoia a Conjuração Mineira. A Aguardente da Terra se transforma no símbolo de resistência à dominação portuguesa (daí a nossa cachaça se chamar “10 vidas”, em homenagem à Tiradentes).

Com o passar dos tempos melhoram as técnicas de produção. A Cachaça é apreciada por todos. É consumida em banquetes palacianos e misturada ao gengibre e outros ingredientes, nas festas religiosas portuguesas – o famoso Quentão.

Uma receita de "Quentão"

Ingredientes

• 1 pedaço de gengibre pequeno
• suco de 2 limões
• 1 litro de pinga
• 2 colheres (sopa) de mel
• 4 cravos
• canela em pau a gosto
• 1½ xícara (chá) de açúcar
Preparo

Raspe e pique o gengibre em pedaços pequenos, coloque numa panela grande, junte 2 litros de água, o açúcar, a canela, os cravos, o mel e o suco de limão. Deixe ferver por 15 minutos em fogo alto. Retire e coe a mistura. Volte a calda parara a panela junto com a canela e despeje a pinga. Deixe ferver por mais 5 minutos. Sirva em seguida, mantendo o quentão sempre em local aquecido e em recipiente tampado. Se preferir um quentão mais fraco, reduza a quantidade de pinga.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Balneário já está com a Prefeitura



O Engenheiro Civil José Ney Evangelista dos Santos, representando a Codemig, entregou hoje ao Prefeito Kaka o Termo de Transferência do Balneário do Parque das Águas para a Prefeitura Municipal.
Faltando apenas a chegada dos móveis e a ligação da energia elétrica, além de outros pequenos detalhes para o balneário entrar em funcionamento.
O moderno projeto do balneário, além de sua beleza arquitetônica propiciará ao turista e ao municípe a oportunidade de usufruir de saunas, massagens e outras atividades terapêuticas.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

terça-feira, 25 de maio de 2010