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Fonte: @estudantesninja
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O repertório selecionado para o encontro, terá, entre instrumentos e vozes: Cinco Miniaturas Brasileiras, de Edmundo Villani-Côrtes; Atlas das Cores, de Gabriel Cesário; Herzliebster Jesu, was hast du (coro à capela), de Johann Sebastian Bach; Atlântico Sul, de Marcos Lucas; e a Missa em Si Bemol, de José Maurício Nunes Garcia.
Imagem: Divulgação
Filmado com jovens não-atores do sertão, o filme nasceu como metáfora da cegueira no Brasil de Bolsonaro.
Fonte: Revista Fórum
Imagem: Reprodução
A Academia Brasileira de Cinema divulgou nesta segunda-feira (16) a lista com os seis filmes brasileiros que vão concorrer a uma vaga para representar o Brasil na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025.
Os seis filmes foram pré-selecionados de uma lista com 12. A obra escolhida para representar o Brasil no Oscar 2025 será anunciada na próxima segunda-feira (23).
Os seis filmes selecionados são:
Imagem: Reprodução
Duas
vezes medalhista olímpica e agora duas vezes campeã mundial. Este é o currículo
da maranhense Rayssa Leal, que conquistou o bi do mundo neste sábado (14),
durante o campeonato mundial de skate street, em Roma, na Itália.
Para sair com o título, Rayssa precisou de uma grande manobra, que garantiu a virada no final da competição. A skatista de 16 anos competiu contra outras sete atletas na decisão, todas elas japonesas. A brasileira foi campeã do mundo também em 2022.
Agora, na primeira competição após os Jogos Olímpicos de Paris, Rayssa mostrou grande forma. No skate street, a disputa se inicia com cada atleta tendo direito a duas voltas dentro de um percurso, onde vale a melhor nota entre essas duas tentativas. A brasileira teve as duas melhores notas entre todas as competidoras, registrando primeiro um 86,44 e depois um 88,43 (nota que carregou para a continuação da final).
A segunda parte da competição consiste em manobras únicas. Cada atleta tem direito a cinco tentativas e as duas melhores notas entram para o somatório. Nesta fase, Rayssa encontrou uma adversária ferrenha: Momiji Nishiya - ouro nos Jogos de Tóquio - emendou boas manobras em sequência, alcançando a maior nota única entre todas as finalistas, um 94.88. Com isso, pulou para a liderança, já que Rayssa não conseguiu completar as manobras nas duas primeiras tentativas.
PONTUAÇÃO
Nas
duas seguintes, no entanto, a brasileira encaixou boas performances e pontuou
alto, primeiro com um 88,14 e depois um 93,99, que a fez superar Nishiya em sua
penúltima tentativa. Restando apenas uma tentativa para cada atleta, somente
Nishiya ainda tinha chances de tirar o título de Rayssa. No entanto, ela falhou
em sua última manobra e a brasileira confirmou a conquista.
O feito de Rayssa chama a atenção porque ela competiu contra sete atletas do país considerado a maior potência na atualidade. Para se ter uma ideia, as duas edições do skate street em Jogos Olímpicos terminaram com vitória japonesa. Tanto em Tóquio quanto em Paris, Rayssa (prata em 2021 e bronze em 2024) foi a intrusa em pódios formados somente com atletas do Japão. Aliás, as quatro japonesas que estiveram nesses pódios (Momiji Nishiya, Funa Nakayama, Coco Yoshizawa e Liz Akama) também estavam presentes na final deste sábado.
Fonte: Jornale
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O juiz Thales Nogueira Cavalcanti Venancio Braga determinou que a denúncia que envolveu todo o escritório de Carlos Bolsonaro num esquema de rachadinha, menos o chefe, seja devolvida ao Ministério Público.
A falta de indiciamento do filho 02 de Bolsonaro causou perplexidade em setores do Tribunal de Justiça do Rio e do próprio MP.
Com a devolução da denúncia ao MP para as devidas correções, dificilmente Carlos Bolsonaro ficará de fora da acusação de ter se beneficiado do esquema de peculato conhecido como rachadinha, que teria começado em 2005, com sua madrasta Ana Cristina Valle, que também sequer é citada na denúncia.
Imagem: Reprodução
O
titulo do álbum já serviria como um excelente cartão de visitas. De um lado,
trata-se do 16º álbum de uma das maiores cantoras brasileiras que ainda se
interessam em desvendar o Brasil profundo. De outro, da escritora Carolina
Maria de Jesus, autora de, entre outros “Quarto de Despejo”, ela própria
protagonista e narradora das lutas do nosso povo.
Entre
rimas e textos desconcertantes e arranjos impecáveis e camerísticos de Cíntia Zanco,
integrante e arranjadora da Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo, Lira
empresta sua voz em melodias modernas, criativas e, ao mesmo tempo extremamente
ligadas às expressões mais caras como o jongo, o samba e o coco.
Além disso, o álbum conta com as participações especiais da cantora moçambicana Mingas, das Clarianas e de Célia Sampaio, a “dama” do reggae maranhense. Na textura sonora, estão alguns dos mais talentosos músicos estudiosos da nossa cultura popular:
Cássia Maria e André Rass nas percussões, Cintia Zanco no violino, Aline Gonçalves nos sopros, Lua Bernardo no baixo, Giovanni Matarazzo no violão e Mariô Rebouças no piano. No coro, Alldry Eloise e Fabrício Mascate.
Socorro Lira tem 22 anos de carreira na música. Nasceu na Paraíba e vive em São Paulo desde 2004. Compositora, cantora, escritora e produtora cultural, sua discografia inclui agora 16 álbuns, 1 DVD e vários singles disponíveis nas plataformas digitais. Entre suas parcerias, estão nomes como Chico César, Jorge Ribbas, Ná Ozzetti, Ricardo Vignini, Swami Jr. Foi premiada como melhor cantora regional (2012) no Prêmio da Música Brasileira, sendo indicada, em 2016 e 2017, na mesma categoria.
Na literatura, seu lançamento mais recente é o romance Falar dos Meus Amores Invisíveis (2020). Como produtora, criou vários projetos culturais, como o Espaço Mata Branca em sua cidade natal, Brejo do Cruz, Paraíba, e o Prêmio Grão de Música, que destaca a canção de um Brasil com pouca visibilidade comercial.
A artista faz do seu trabalho uma plataforma para projetos que reivindicam espaço para as vozes das mulheres. Entre os anos de 2017 e 2018, Socorro Lira musicou cento e dois (102) poemas de dez escritoras brasileiras, são mulheres que viveram, escreveram e publicaram entre os séculos XVIII e XX no Brasil, deixando um legado importante, mas ainda pouco ou nada reconhecido, pela crítica e pelo público em geral.
Fonte: Revista Fórum