domingo, 25 de agosto de 2024

Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio de Janeiro, recebe a III Mostra de Cinema China-Brasil

Imagem: Reprodução


No ano em que a relação China e Brasil celebra seu quinquagésimo aniversário, a Mostra de Cinema China Brasil retorna ao Rio de Janeiro para sua terceira edição, que ocorre entre os dias 27 e 30 de agosto, na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. O produtor e documentarista Hélio Pitanga é o curador do evento, patrocinado pelo empresário chinês Arthur Chen, que presenteia o público com a exibição gratuita de 14 filmes dos dois países. Inéditas, as sete produções chinesas foram produzidas entre 2022 e 2024 e os sete longas nacionais estrearam nos cinemas nos últimos anos.

Entre os filmes chineses, dois têm bilheterias expressivas no país: a animação “Chang’An”, de Junwei Xie e Jing Zou, premiado como Melhor Filme de Arte no 36º Prêmio Galo de Ouro, maior festival de cinema da China, e que soma um bilhão e oitocentos milhões yuans (cerca de um bilhão e quatrocentos milhões de reais), e “Pai Acadêmico”, de Su Liang, integrante do 36º Prêmio Galo de Ouro e do 4º Festival Internacional de Cinema da Nova Era, com bilheteria acumulada de 600 milhões de yuans (cerca de 470 milhões de reais). Outros títulos de destaque são “Menina Pequena como um Girassol”, de Chen YingQi e Chen Juzhi, longa que recebeu menção honrosa no 13º Festival Internacional de Cinema Online de Pequim, o suspense “Lâmina Errante”, de Huang Zhiming, e o drama “Noites e Dias na Ilha de Man”, de Yao Ziwei.

Cartaz de "Chang' An"

A programação nacional conta com produções que participaram de festivais, estrearam nos cinemas e agora poderão ser novamente revisitadas. Entre elas, o longa “Pixinguinha – Um Homem Carinhoso”, de Allan Fiterman e Denise Saraceni, que conta a história do músico que construiu os alicerces da MPB, a biografia “Nosso Sonho”, de Eduardo Albergaria, sobre os músicos Claudinho e Buchecha e que levou cerca de 521 mil espectadores ao cinema, se tornando o filme de maior bilheteria em 2023, o curta-metragem “Macaléia”, de Rejane Zilles, sobre a criação de obra em homenagem a Jards Macalé pelo artista Hélio Oiticica, e a comédia romântica “O Amor Dá Voltas”, de Marcos Bernstein, estrelado por Cleo Pires, Igor Angelkorte e Juliana Didone.

Cartaz de "Pixinguimha - Um Homem Caronhoso"

Com a Mostra de Cinema China Brasil, o empresário chinês Arthur Chen, naturalizado brasileiro, quer promover o intercâmbio cultural entre os dois países e mostrar ao público suas produções audiovisuais.

A III Mostra de Cinema China Brasil também irá homenagear as produções dos dois países e um representante de cada filme recebe o prêmio Arara Azul pela sua relevância.

Fontes: Revista de Cinema e Diário do Rio


 

sábado, 24 de agosto de 2024

A frase "eu vim pra confundir e não para explicar" é de Tom Zé e não de Chacrinha.

 Imagem: Reprodução


O cantor e compositor baiano Tom Zé foi às redes sociais nesta quinta-feira (22), para tentar restaurar um mal-entendido que se prolonga ao longo de décadas. A frase “eu vim pra confundir, não pra explicar”, desde sempre atribuída ao apresentador Chacrinha, está, na verdade, na canção “”, de sua autoria com Elton Medeiros, e foi gravada no lendário álbum “Estudando o Samba”, de 1976.

Tom Zé resolveu se manifestar após comentário da jornalista Flávia Oliveira no programa “Em Pauta”, da Globo News.

“Ontem. à noite, no programa Globo News em Pauta, a respeitada e querida jornalista Flávia Oliveira, destrinchando um desses imbróglios nos quais nós, brasileiros, infelizmente andamos pródigos, citou Chacrinha. Ligou a ele a frase ‘eu vim pra confundir, não pra explicar’”, escreveu o compositor.

“Há décadas circula esse dito”, prosseguiu ele, “extraído da canção ‘Tô’, minha e de Élton Medeiros. Está no meu disco de 1976 ‘Estudando o Samba’. A autoria da frase é atribuída a Chacrinha, então infinitamente popular. O bordão é repetido até hoje. O disco só se tornou popular em 1990, classificado pelo New York Times como um dos grandes em décadas”.

Matéria do jornalista Nei Duclós esclarecendo a autoria
Fonte: Revista Fórum



sexta-feira, 23 de agosto de 2024

Centro de Arte Popular, em Belo Horizonte, inaugurou, ontem (22), exposição que destaca a cultura do Sul de Minas

 


Obras de artistas de três gerações de Guaxupé – Dona Regina Gabriel, Lik Ribeiro e Gustavo Resende –, além das máscaras dos Bastiões das Companhias de Reis, uma marca viva da região do Sul de Minas, são destaques da exposição “Conexão FAOP Guaxupé”, que o Centro de Arte Popular, em Belo Horizonte, inaugura, em parceria com a Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP Liberdade), nesta quinta-feira (22/08), a partir das 19h. A exposição “Conexão FAOP Guaxupé” faz um recorte de identidades e da cultura da região cafeeira com inúmeras manifestações tradicionais e contemporâneas e fica em cartaz fica em cartaz até o dia 22 de setembro, com entrada gratuita.

O projeto Conexão FAOP tem como objetivo criar uma rede cultural entre municípios do estado de Minas Gerais. Eles integram o Programa de Descentralização da Fundação de Arte de Ouro Preto, que atualmente conta com quatro unidades: FAOP Guaxupé, FAOP Paracatu, FAOP Santa Luzia e FAOP Liberdade, no Circuito Liberdade, em BH. A proposta fomenta o intercâmbio e a difusão cultural entre diferentes territórios com a circulação de exposições, ocupando os espaços expositivos das diferentes unidades.

Dona Regina Gabriel, mestra artista, em sua singularidade, representa o pioneirismo na arte da fusão de vidro na região. Sua obra se destaca pelas cores, diversidade e qualidade. Pesquisadora nata, com a técnica do Fusing e do Vitral, ela deu asas à criação inspirada em sua terra natal e nas inúmeras viagens que realizou. A exclusividade é característica de cada peça e todas são criações únicas.

Lik Ribeiro, artista e professora, é responsável pela formação artística de inúmeras gerações na cidade. A artista revela que sua inspiração está na história que há por trás de cada coisa, cada pessoa. Ao perceber que tudo tem uma história, tornou sua observação cada vez mais apurada e assim, na tradição das colchas de retalhos de sua família, ela vai tecendo e revelando várias histórias. E por meio de cores, formas, texturas e estampas, ela retrata o ritmo das memórias e da vida no interior das Minas Gerais.

Gustavo Resende, artista independente e autodidata, trabalha com múltiplas linguagens. Seu traço fluido e firme transita entre o desenho, pintura, escultura, tatuagem, ilustração, xilogravura, e arte digital; todas são diversas formas de expressão presentes em seus trabalhos. Assim como sua arte, os personagens são híbridos e múltiplos, nos remetem a memórias ancestrais e nos projetam para um futuro ainda incerto. Com a forte expressão feita de contrastes da xilogravura e a inspiração vinda da natureza, das histórias e vivências em família, e das reflexões sobre a vida, Gustavo cria a sua mitologia pessoal, que também é universal.

Serviço:

Exposição “Conexão FAOP Guaxupé”
Abertura: Ontem, quinta-feira (22/08), às 19h
Onde: Centro de Arte Popular (Rua Gonçalves Dias, 1.608 – Lourdes/ Circuito Liberdade)
Período de visitação: até 22 de setembro de 2024
Horário de funcionamento:
Terça a sexta: 12h às 18h30
Sábado, domingo e feriados: 11h às 17h



"Influenciadora" recebe a maior pena da história por crime de racismo.

Imagem: Reprodução

 

"Influenciadora" (de que não sei), condenada por crime de racismo


Dayane Alcantara Couto de Andrade, conhecida pela alcunha de "Day McCarthy" que se diz "influenciadora" (quem e o que ela influencia, não sabemos) foi condenada a 8 anos e 9 meses de prisão por crime de racismo contra Titi, filha de Bruno Glagliasso e Giovanna Ewbank. Além de racismo, ela ainda acusou o casal de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

A condenada está fora do Brasil, possivelmente no Canadá, onde diz ter residência e esperamos que o alvará de prisão seja logo expedido, apesar de haver possibilidade de recurso.  

Em maio deste ano os advogados de defesa da Sra. Dayane deixaram a causa por declarações absurdas da ré em questão.

Fonte: Jornal de Brasília

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

Exposição: Nós - Arte e Ciência por Mulheres

 Imagem: Reprodução


A partir desta quinta-feira (22), a exposição “Nós - Arte e Ciência por Mulheres” passa a ocupar o Sesc Interlagos, em São Paulo  A mostra retrata a trajetória da produção científica, intelectual e artística das mulheres como produtoras e mantenedoras de conhecimento. A mostra também aborda as diversas camadas pelas quais historicamente foram invisibilizadas de suas atuações na sociedade..

Com cerca de 300 obras apresentadas a partir de personagens e iconografia histórica e científica, a exposição contempla cenários que vão desde a sabedoria ancestral até a crescente presença feminina nas instituições científicas. Algumas das personalidades retratadas são a alquimista e profetisa grega Maria; as químicas Marie e Irene Curie; a bióloga Bertha Lutz; e a paleontóloga Carlotta Joaquina Maury. Entre as artistas contemporâneas estão Arissana Pataxó, Berna Reale,  Efe Godoy, Thatiana Cardoso, Marcela Cantuária, Paty Wolff e duas peças do Acervo Sesc de Arte assinadas por Laura Gorski.

A narrativa propõe uma reflexão e um contraponto sob a perspectiva do feminino com dados históricos e contribuições. A mostra ilustra como, por meio de conhecimento, posturas e narrativas afirmativas, as mulheres atravessaram séculos de um pensamento hegemônico de opressão.

A realização é do Sesc São Paulo, com concepção do Estúdio M'Baraká e co-curadoria de Isabel Seixas, Letícia Stallone, Gisele Vargas e Diogo Rezende, além da consultoria realizada pela pesquisadora Magali Romero Sá, especializada em História da Ciência.

Agendamento gratuito de visitas com mediação para grupos organizados, como escolas, instituições, entidades, associações, entre outros poderá ser efetuado clicando aqui.

Fontes: Sesc São Paulo e Revista Fórum

terça-feira, 20 de agosto de 2024

Pedro Cardoso: Sílvio Santos e Delfim Neto, funcionários da ditadura

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O ator Pedro Cardoso, famoso por vários papéis, entre eles o Agostinho, da Grande Família, não deixou pedra sobre pedra em sua conta do Instagram ao comentar a trajetória de Delfim Neto e Sílvio Santos, mortos recentemente. Cardoso afirma não ter nada a dizer sobre eles, “suas atuações públicas dizem antes; são degradantes”, afirma. “Os dois serviram a ditadura militar torturadora".

 "A ditadura que assassinou pessoas que a ela se opunham, como todas as ditaduras o fazem”, alerta o ator.

“Silvio e Delfim foram empregados da ditadura militar. Enriqueceram porque serviram a ela; e jamais por conta de possuírem dotes intelectuais excepcionais. Talvez os tivessem, mas o que os fez ricos e poderosos não foram suas qualidades, mas os seus defeitos, suas fraquezas éticas!”, afirma.


Cientistas podem ter descoberto a cura do autismo.

 Imagem: Internet


Cientistas podem ter descoberto a cura do autismo ao descobrir uma ligação entre o risco da condição e ácidos graxos no sangue do cordão umbilical.

O estudo de pesquisadores da Universidade de Fukui investigou a ligação entre ácidos graxos poli-insaturados (AGPI) em amostras de sangue do cordão umbilical e pontuações de autismo em 200 crianças.

A partir das análises, os pesquisadores identificaram um composto específico no ácido do sangue do cordão umbilical, chamado diHETrE, que pode ter “fortes implicações” na gravidade do TEA.

Especificamente, os autores descobriram que níveis mais altos de diHETrE estavam associados a dificuldades em interações sociais. Por outro lado, níveis baixos estavam ligados a comportamentos repetitivos e restritivos em crianças.

 Segundo eles, essa correlação foi mais evidente em meninas do que em meninos.

 As amostras do cordão umbilical foram coletadas e preservadas imediatamente após o nascimento das crianças.

Os pesquisadores, então, avaliaram os sintomas de TEA nessas mesmas crianças aos 6 anos de idade com a ajuda de suas mães.

Com base nos resultados, os pesquisadores sugerem que medir os níveis de diHETrE no nascimento pode se tornar uma ferramenta valiosa para prever o risco de uma criança desenvolver TEA.

Eles também dizem que inibir o metabolismo do diHETrE durante a gravidez pode ser um caminho para prevenir traços de TEA em crianças. No entanto, eles reforçaram que mais pesquisas são necessárias nessa área.

A equipe publicou os resultados do estudo O estudo no jorna científico Psychiatry and Clinical Neurosciences.