Imagens: Reprodução
Fonte: Uol
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Fonte: Revista Fórum
Imagens: Arte: Babi Mazzo/ Fotos: Estevam Avellar
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A Netflix divulgou
que Apocalipse nos Trópicos, o novo documentário da cineasta
Petra Costa, será lançado em 2025 no streaming. A diretora ficou conhecida pela
produção Democracia em Vertigem, de
2019, indicada ao Oscar em 2020. O novo documentário vai explorar a
crescente influência de líderes religiosos e sua influência política do
Brasil. A sinopse questiona: "Quando uma democracia se encerra e
uma teocracia começa?".
Assim como em Democracia em
Vertigem, Petra Costa retrata em sua nova sinopse um período de profunda
turbulência e desespero, mas com uma lucidez única e um olhar poético. Ao
entrelaçar passado e presente, ela nos mergulha nas realidades contraditórias
de uma jovem democracia à beira do abismo, refletindo também as tensões que
marcam o cenário global.
Fontes: Revista Fórum/Folhetim Cultural
Imagens: Reprodução / Jaqueline Lisboa
A construção, o romance de estreia da brasiliense Andressa
Marques, narra a trajetória de Jordana, jovem estudante que faz parte da
primeira geração de cotistas nas universidades públicas brasileiras. De
Taguatinga à UnB perseguida pela ameaça do atraso sob o céu azul de Brasília,
Jordana enfrenta os desafios e as descobertas do ambiente universitário, desde
o nervosismo do primeiro dia de aula até as complexas interações com veteranos
e professores. O romance, de alta carga poética, também explora a história dos
trabalhadores que construíram Brasília, destacando a precariedade e os
sacrifícios da criação da capital, assim como as subjetividades envolvidas
nela. Marques tece uma narrativa que é ao mesmo tempo um olhar para o futuro e
uma reflexão sobre o passado, abordando temas como desigualdade, modernização,
família, cultura popular e a busca por identidade. Com uma prosa lírica
envolvente, A construção nos convida a acompanhar Jordana em sua jornada de
autodescoberta e reinvenção da memória, enquanto tenta reescrever histórias que
pareciam condenadas ao esquecimento.
Schneider Carpeggiani escreve na orelha do livro: “Assim, descobrimos aqui uma autoria não apenas ciente do impasse do tempo, mas que nos leva a viajar dentro dele. É que sentimos junto com a caloura Jordana o embrulho do primeiro dia de aula num campus que parece o mundo inteiro e o terror causado pelo olhar zoológico dos veteranos e professores. Provamos de novo o entorpecer dos porres adolescentes e o cheiro enjoativo de agrião no RU que avança no ar. Cantamos junto àquela canção da Beyoncé e redescobrimos o novo amor, que faz de todo o resto ensaio, bugiganga. Tudo neste livro tem, e investiga, o demasiado das primeiras vezes
Entramos nessa “construção” não apenas como
leitores-voyeurs, e sim como companheiros de Jordana na sua busca por
reescrever/reerguer uma História que, antes, estava destinada a ser meramente
ruína.”
Andressa Marques nasceu em Taguatinga, Distrito Federal, em 1986. É escritora, professora, doutora em literatura pela Universidade de Brasília e fez parte das primeiras turmas de cotistas do país.
Fontes: Jornal Nota/Revista Raça
Imagens: Reprodução
Quem passa pela Rua Barão do Desterro,
na Baixa dos Sapateiros, em Salvador, não tem ideia de que a casa abandonada e
em ruínas, foi onde viveu Carlos Marighella .
Além da restauração
do espaço histórico, será construído um anexo que abrigará um centro de
pesquisa e documentação.
A casa onde Carlos
Marighella, político, guerrilheiro e poeta, viveu ao lado de Clara Charf, sua
companheira de vida e luta, no bairro de Nazaré, em Salvador, será transformada
na sede do Instituto Carlos Marighella. O espaço abrigará atividades culturais
e iniciativas de formação política. O anúncio da transformação foi feito nesta
segunda-feira (4), durante um ato em homenagem ao líder, realizado no endereço
onde ele foi assassinado por agentes da ditadura militar, na Alameda Casa
Branca, região central de São Paulo.
O projeto, há anos reivindicado por militantes e organizações da sociedade civil, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), ganhou força com a mobilização de apoiadores. A cerimônia ocorreu no Armazém do Campo, no bairro Campos Elíseos, na capital paulista.
E,
nesta quinta-feira (5), foi lançada uma campanha de apoio financeiro para
viabilizar o projeto de recuperação da casa de Carlos Marighella, que vai
sediar o Instituto Carlos Marighella e Clara Charf. A iniciativa pretende criar
um centro político e cultural de memória, voltado para pesquisa e educação.
Além da
recuperação da casa onde vivia Carlos Marighella, também será construído um
anexo moderno, com linguagem marcadamente contemporânea e ótimas instalações e
condições de trabalho, que abrigará o acervo e atenderá pesquisadores e o
público em geral.
Na
próxima terça-feira (10), a partir das 18h, acontecerá a festa de aniversário
de Carlos Marighella no Galpão Cultural Elza Soares, no centro de São Paulo.
Imagens: Reprodução
A produção do queijo é feita com o leite cru, de forma
totalmente manual e acontece em 106
cidades do estado há mais de três séculos
O marco é motivo de orgulho aos mineiros, tendo em vista que é a primeira vez que a organização internacional concede a premiação para itens da gastronomia brasileira. Dessa forma, a feitura do queijo mineiro se junta à prateleira do “Café Árabe” e da “Arte do Pizzaiolo Napolitano”, outros modos de preparo gastronômico que foram reconhecidos internacionalmente.
A produção do queijo é feita com o leite cru, de forma totalmente manual, sem processos mecânicos, e acontece em 106 cidades do estado há mais de três séculos. A atividade é crucial para a sobrevivência de famílias da agricultura familiar, que são constantemente ameaçadas pela presença e crescimento do agronegócio em Minas Gerais.
Na cerimônia, a ministra da cultura, Margareth Menezes afirmou que “os sabores brasileiros são uma de nossas muitas riquezas. Fazer queijo, culturalmente, traz consigo as características de um território e de seu povo”.
Fonte: BdF