Foto: reprodução
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Imagem: Reprodução
Em um vídeo que circula nas redes sociais, Ivan diz que Lula deveria andar com segurança porque ele iria “caçar” o ex-presidente.
Estende os ataques a ministros do STF e cita os nomes de Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Luiz Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, a quem chama de “vagabundos e de "vadias Cármen Lúcia e Rosa Weber”.
Ivan Pinto resistiu à prisão, mas a Polícia Federal arrombou o portão de sua casa e o algemou.
“Os fatos apurados revelam que Ivan Rejane Fonte Boa Pinto utiliza suas redes sociais e aplicativos de mensagens para propagar e arregimentar pessoas para seu intento criminoso”, escreveu Moraes na decisão.
“No ano de 2022, em vídeos produzidos em local não identificado e difundidos por aplicativos de comunicação e pela rede mundial de computadores, o homem tenta abolir o estado democrático de direito ao propor a destituição dos ministros do Supremo Tribunal Federal e sua expulsão do país, com isso impedindo o exercício desse órgão do Poder Judiciário, ameaçando reunir pessoas voltadas a um mesmo propósito de ‘caçar’ os ministros do STF Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Rosa Weber ‘pendurá-los de cabeça para baixo”.
Moraes determinou ainda busca e apreensão de armas, munições, computadores, tablets, celulares e outros dispositivos eletrônicos. Twitter, YouTube e Facebook devem bloquear os canais do sujeito.
Fonte: DCM
Imagem: Reprodução
Nesta quinta-feira (7), o presidente Jair Bolsonaro (PL) realizou mudanças em um decreto, as quais obrigam que os postos de gasolina exibam os preços dos combustíveis antes e depois do teto de 17% imposto ICMS (Circulação de Mercadorias e Serviços).
Isso foi comunicado nesta quinta-feira (7), publicado no Diário Oficial da União, e segundo o texto, o objetivo é permitir que os consumidores possam ter noção dos valores cobrados antes e depois da imposição do teto. A base dos parâmetros será os preços da data de 22 de junho, um dia antes de Bolsonaro sancionar a medida que fixa um teto para as alíquotas de ICMS sobre combustíveis.
Este decreto será válido até o final deste ano (2022), mas não impõe uma punição para postos que não cumprirem essa determinação do governo, sendo apenas uma orientação.
Fonte: DCM - Diário do Centro do Mundo
OPINIÃO DO BLOG:
Bolsonaro no desespero tenta mostrar que reduziu o preço dos combustíveis mas todos nós sabemos que é apenas uma medida eleitoreira senão por que a medida é somente até 31 de dezembro e não permanente?
O desespero dele é algo hilário. VAI SER NO PRIMEIRO TURNO A VITÓRIA DE LULA.
Apenas para ilustração:
E foi exatamente o que me aconteceu, além da dor no ombro direito, onde aconteceu o rompimento, dói bastante várias posições do braço, especialmente quando digito.
Dessa forma nosso blog estará sendo suprido com amigos que estarão atuando como "interino", mas nem sempre com a regularidade que se pretende.
Espero a a compreensão dos leitores e a agilidade do INSS para marcar a cirurgia.
Antonio Almeida
A decisão de Jair Bolsonaro de indultar o deputado fora da lei Daniel Silveira, do PTB-RJ, deve ser entendida, seriamente, como uma provocação para desestabilizar o processo eleitoral em curso. Visa a escalar uma crise artificial com o Supremo Tribunal Federal (STF) , mas também com o Tribunal Superior Eleitora (TSE), tendo em vista que, por determinação do Palácio do Planalto, o Ministério da Defesa tem esgrimido uma polêmica com a Justiça Eleitoral questionando a segurança das urnas eletrônicas, no formato atual.
Ao indulto excepcional de Daniel Silveira deve ser juntado o fato político, extremamente grave, que é a chegada ao Brasil, da subsecretária de Assuntos Políticos dos EUA, Victoria Nuland, organizadora do golpe de Estado da Praça Maidan, na Ucrânia, em 2014, resultando no surgimento de um governo neonazista anti-Rússia, desembocando na guerra atual da Otan contra a nação eslava, com todo o apoio dos EUA. Nuland vem ao Brasil para participar de um Diálogo de Alto Nível Brasil-EUA, e traz, na bagagem, o subsecretário de Crescimento Econômico, Energia e Meio Ambiente, José Fernández, exatamente, no momento em que os aliados europeus na guerra contra a Rússia se encontram na eminência de se verem privados do acesso ao petróleo e ao gás russo, caso não aceitem fazer o pagamento em rublos, como, evidentemente, é uma prerrogativa de Moscou para vender suas matérias primas, em face da falta de lastro do dólar.
Assim, o contexto em que se verificam as agressões de Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal, ao TSE, acompanhadas de declarações hostis por parte do Presidente do Supremo Tribunal Militar, bem como do presidente do Clube Militar do Rio de Janeiro, conforma, com a chegada de dois representantes diretos de Biden ao Brasil, no mínimo configuram pressão para que o governo brasileiro seja mais alinhado e submisso possível, seja em relação ä guerra da Otan contra a Rússia, mas também em relação ao Venezuela.
É a partir do contexto biográfico que a visita misteriosa de Nuland deve ser lida e analisada.
Por meio de suas redes sociais, Victoria Nuland divulgou algumas fotos de seu encontro com "jovens empreendedores" do Brasil. No entanto, e isso também foi notado por alguns internautas, nenhum dos jovens que aparecem nas fotos são conhecidos por trabalhos no tema referido por Nuland. Também não há qualquer menção se são parte de alguma universidade, ONG ou grupo organizado.
Além do encontro com os "jovens empreendedores", Nuland participou de uma reunião intitulada "Diálogo de Alto Nível Brasil-Estados Unidos da América" que teve como pauta "governança democrática, promoção da prosperidade econômica e fortalecimento em defesa e segurança e promoção da paz e do primado do Direito". O evento não consta na agenda oficial do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.
As forças progressistas brasileiras devem ter uma atenção superespecial à presença dos enviados norte-americanos ao Brasil, tendo em vista que um eventual acordo, envolvendo petróleo, pode ter como moeda de troca uma posição ingerencista da Casa Branca sobre as eleições presidenciais brasileiras, aliás, como é tradição na política intervencionista da nação do norte, todo cuidado é pouco.
Fontes: Revista Fórum e Brasil Popular
É falsa a informação que a Inconfidência Mineira lutou para libertação do Brasil de Portugal. Quando a Inconfidência Mineira ocorreu, no século 18, ainda não havia a mesma consciência de Brasil como nação que temos hoje. Logo, eles não buscavam libertar todos os estados brasileiros do domínio da Coroa Portuguesa. O movimento tinha motivações específicas da região das minas, e atingia no máximo os estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
O que fez as pessoas se reunirem enquanto grupo e se voltarem contra a coroa foi o fato de terem sido prejudicados política e financeiramente por uma série de motivos. Alguns deles perderam cargos políticos e a possibilidade de praticarem negócios legais e ilegais que poderiam enriquecê-los. “Tiradentes, por exemplo, que era militar, não foi promovido a Comandante do destacamento da Serra da Mantiqueira”. Era por essa serra que o ouro de Minas Gerais chegava até São Paulo. Logo, sendo comandante militar da região, ele poderia contrabandear algum ouro em benefício próprio.
Apesar de ter tido um papel muito importante, Tiradentes nunca foi líder. “Foi ele quem levou as discussões que ocorriam em reuniões privadas para um ambiente mais público, como sítios, prostíbulos, tavernas. E como ele não era uma pessoa tão bem relacionando quanto os outros inconfidentes, era o de classe mais baixa entre eles e não pertencia ao grupo de letrados, foi usado como bode expiatório”
Alguns historiadores afirmam que ele se entregou para salvar seus companheiros mas na verdade ele foi entregue. Em uma espécie de delação premiada, o coronel Joaquim Silvério dos Reis, que inclusive era amigo de Tiradentes, denunciou os colegas às autoridades da Coroa Portuguesa para obter o perdão de suas dívidas.
Texto retirado de relatos de Luiz Carlos Villalta, professor do departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais .
Fonte: Nova Escola
Ao todo, o MEC pretende adquirir 3.850 ônibus, que pelo valor estabelecido no processo de licitação custariam R$ 2,082 bilhões. Esse valor representa R$ 769 milhões a mais do que o custo real dos veículos - uma diferença de 54%.
"A discrepância das cotações apresentadas pelos fornecedores em relação ao preço homologado do último pregão, do ano passado, implica em aumento não justificado do preço, sem correspondente vinculação com as projeções econômicas do cenário atual", diz relatório da área técnica do FNDE.
O superfaturamento na compra dos ônibus também foi apontado em parecer da Controladoria Geral da União (CGU). Quem assina o processo de licitação, que foi autorizado, é Garigham Amarante, diretor de Ações Educacionais do MEC, indicado por Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, legenda de Jair Bolsonaro.
Já está apelidado de "bolsolão do busão" mais esse escândalo de corrupção do governo.