terça-feira, 30 de junho de 2015

Projeto Bibliominas entrega livros e equipamentos para Biblioteca Martha Antiéro

Fotos: Antonio Almeida
O projeto Bibliominas promovido pela Câmara Mineira do Livro entregou ontem (29) mais de trezentos livros e equipamentos como mesa, cadeira, computador e estantes para a Biblioteca Municipal Martha Antiéro de Cambuquira. Os títulos foram selecionados pela idealizadora do projeto Fabíola Ribeiro Farias, chefe do Departamento de Coordenação de Bibliotecas e promoção da Leitura da Fundação Municipal de Cultural (FMC). Além da entrega do acervo, o projeto promoveu a oficina “A leitura, a biblioteca e a formação de criança e jovens leitores”, ministrada por Ana Amélia Lage Martins, bibliotecária,mestre e doutoranda em Ciências da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais. A Cerimonia de entrega foi realizada pela Lubiana Mol Assistente Excecutiva da Câmara Mineira de Livros contando com a presença de Marina Nogueira, Secretária de Estado da Cultura de Minas Gerais e representante da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa. O projeto nasceu na gestão da ex-Secretária Municipal de Cultura, Magali Borges e contou com todo o apoio do corpo de servidores da Biblioteca Municipal de Cambuquira.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Festival Mimo abre inscrições

O Festival MIMO de Cinema, que reúne filmes que têm a música como protagonista, está com inscrições abertas.É possível se inscrever até 20 de julho, através do site do festival, para a Mostra Panorama Brasil, que exibe filmes nacionais de produção recente, inéditos em circuito comercial. Este ano, o MIMO será realizado pela primeira vez no Rio de Janeiro, de 13 a 15 de novembro, em espaços culturais que são patrimônio da cidade como o Parque Lage, o Museu da República, a Sala Cecília Meireles, a Igreja da Candelária e o Outeiro da Gloria. O festival também será realizado em Paraty, de 2 a 4 de outubro, e em Olinda, de 20 a 22 de novembro.

Artigos do Patrimônio: Iphan recebe trabalhos para publicação no Portal

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) abre espaço em seu sítio eletrônico para a publicação de artigos, resenhas e ensaios voltados às temáticas de preservação, salvaguarda e valorização do patrimônio cultural brasileiro, seus reflexos no Brasil, assim como suas correlações no plano internacional. Pesquisadores, profissionais independentes ou vinculados às instituições de preservação, ensino e pesquisa, além de servidores do Iphan, podem participar da seleção que privilegiará artigos, inéditos ou não, que tenham o caráter de referência para estudos e pesquisas na área, bem como os que versem sobre ações, práticas e desenvolvimento de políticas inovadoras de fomento à preservação cultural. Os artigos deverão ser enviados pelo e-mail daf@iphan.gov.br. Aqueles que forem aprovados por equipe de especialistas designada pela Presidência do Instituto e coordenada pelo Diretor do Departamento de Articulação e Fomento (DAF-Iphan) ficarão em destaque no Portal institucional por no mínimo cinco dias e comporão um arquivo permanente para consulta. Saiba como participar acessando o edital.

domingo, 28 de junho de 2015

Premier do filme No Caminho dos Pés, no Rio de Janeiro.

Premier do filme No Caminho dos Pés, dia 08/07 a partir das 20 hs no Da Vinci Lounge em Ipanema, no Rio de Janeiro. Com direção da cineasta gaúcha Stefânia Vasconcelos, produção da carioca Nozes Produções, o filme levou o nome de Cambuquira a vários países entre eles, Argentina, Estados Unidos, México, Uruguai e Suécia. E agora estréia no Rio de Janeiro.

Abertas as inscrições para as mostras competitivas do festival Primeiro Plano

Estão abertas as inscrições para a 14ª edição do Primeiro Plano - Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades. Os diretores podem inscrever seus curtas até 21 de agosto pelo site do festival. O evento, previsto para acontecer entre 26 e 31 de outubro, é voltado exclusivamente para diretores estreantes. Para inscrever um curta, é preciso preencher o formulário disponível no site do Primeiro Plano e enviar o link do filme, informando a senha para o e-mail inscricoes@primieroplano.art.br. Também é possível enviar o curta por DVD, até o dia 21 de agosto, pelos Correios. Os curtas de língua espanhola devem ser enviados com legendas em inglês ou português.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

"No Caminho dos Pés" amanhã na Taberna miss Sunshine,

Amanhã, 26 de junho, a partir das 21 horas o espaço cultural da Taberna miss Sunshine (Av. Getúlio Vargas, 181) estará exibindo o filme "No Caminho dos Pés" que foi todo filmado em Cambuquira.//Com direção da cineasta gaúcha Stefânia Vasconcelos, produção da carioca Nozes Produções, o filme levou o nome de Cambuquira a vários países entre eles, Argentina, Estados Unidos, México, Uruguai e Suécia.// O filme que tem roteiro e direção de Stefânia Vasconcelos, conta com a produção executiva de Kellys Kelfis e Priscila Ulmmann, direção de fotografia de Andréa Cebukin, direção de arte e figurino de Dani Zide, coordenação de produção no set de Léo Brasa, maquiagem de efeito de Malu Tostes, edição e cor de Alexandre Aquirre, captação de som local de Gabriela Damasceno, edição de som de Lucas Piovesan, trilha sonora original de Marcelo Cebukin, assistência de direção de Priscila Ulmmann, além dos cambuquirenses Antonio Almeida e Marcelo Britto, atores; Alexandre Felix de Carvalho, assistente de fotografia; Gabriel Lemes de Souza, assistente de arte e figurino; Alan Felix, assistente de produção; Toni Coelho, assistente de som; Tânia Mara Marques Felix, maquiagem e Pedro Luiz Felix Maia, Helena Trugilho, Michele Pâmela de Carvalho, Tânia Mara Marques Felix e Alexandre Felix de Carvalho no elenco de apoio./// Patrocinado pelo Café Santa Quitéria, teve a produção, importante apoio da Viação Cambuquira, Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Cambuquira, Águas Minerais de Minas, Escadas Produções, Grande Hotel Brasília, Hotel Cambuquira, K-Hage e Pinguinho Modas.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

A Venezuela e a irresponsabilidade de Aécio Neves, por Aldo Fornazieri

Na semana passada, o senador Aécio Neves deu mais uma prova de que não está preparado para ser presidente da República. A sua investida na Venezuela foi típica a de um aventureiro, que não mede as consequências de seus atos, desde que estes lhes aufiram dividendos políticos pessoais. Um político sério deve guiar-se sempre pelo princípio da responsabilidade, pressupondo e perscrutando sempre as previsíveis consequências de suas ações. Não foi isto que Aécio e os senadores que o acompanharam à Venezuela fizeram. Acossado pelo lançamento da candidatura presidencial do governador Geraldo Alckmin, incapaz de unificar e de dirigir politicamente o PSDB, Aécio vislumbrou na Venezuela a possibilidade de teatralização de uma ação inconsequente para aparecer como um arauto da liberdade. Na prática, esteve na iminência de provocar um incidente diplomático grave. De forma oportunista, serviu-se do episódio da Venezuela para gerar intrigas com o Itamaraty e para atingir o governo Dilma. A Venezuela, de fato, está imersa num conflito político grave, de desdobramentos imprevisíveis. A crise econômica e social, com descontrole inflacionário e desabastecimento, não é menos preocupante. O esforço dos países Sul-americanos, agregados na UNASUL, consiste em articular mediações e negociações visando apaziguar os ânimos e impedir que o conflito desague em derramamento de sangue. Dado esse risco, toda a ação política que se baseia na sensatez, no bom senso e na responsabilidade deveria consistir na busca de uma saída negociada. Ou seja: é preciso estimular o funcionamento dos mecanismos democráticos para que o povo venezuelano encontre, de forma pacífica, uma saída para a sua crise sem interferências externas. Aécio Neves e os senadores que o acompanharam estavam desprovidos de qualquer propósito de mediação e de neutralidade no conflito venezuelano. Pelo contrário, adotaram uma postura provocadora, acirraram os ânimos e optaram por um dos lados do conflito. O grupo de senadores brasileiros não teve nenhum compromisso com a responsabilidade política, pois o que se trata, neste momento, é evitar que a Venezuela ingresse num momento de conflito político armado, justamente quando o governo da Colômbia e a guerrilha das FARC estão num processo de finalização de um acordo de paz depois de mais de cinco décadas de guerra. Garantir que a América do Sul seja uma zona de paz política é uma condição necessária para que a região encontre soluções para os seus outros desafios como a desigualdade, a pobreza, a violência social, o narcotráfico e o baixo desenvolvimento. As Mentiras e a Falta de Decência Política de Aécio e seu Grupo Aécio e o seu grupo destoam e contrariam dos objetivos dos demais governos sul-americanos em relação à Venezuela, que consiste em buscar uma saída mediada e negociada para a crise política daquele país. Em entrevista à Folha de S. Paulo, o líder oposicionista e governador do Estado de Miranda, Henrique Capriles, duas vezes candidato à presidência da República, testemunha o esforço do governo Dilma e do Brasil para mediar o conflito. Afirma que foi procurado pelo então chanceler brasileiro Luiz Alberto Figueiredo para ter um canal direto de comunicação com o governo brasileiro e que conseguiu participar da reunião dos chanceleres da UNASUL porque o Brasil garantiu sua presença. Com estas afirmações, Capriles evidencia que Aécio e seu grupo de senadores estão mentindo em relação ao que se passa na Venezuela e à postura do governo brasileiro. Outra mentira de Aécio e seu grupo se relaciona à conduta da embaixada brasileira em Caracas. Os senadores foram informados de que o embaixador brasileiro os receberia no Aeroporto e se despediria do grupo na hora da partida, já que não poderia acompanha-los até o presídio por conta das implicações diplomáticas óbvias. Ao chegarem a Caracas, os senadores afirmaram que eram compreensíveis as razões do embaixador para, depois do incidente com os manifestantes, acusa-lo, sem pudor, de tê-los abandonado. As bravatas midiáticas de Aécio e se exército não pararam por aí. Em solo brasileiro afirmaram que irão pedir a exclusão da Venezuela do Mercosul, que apresentarão a convocação do embaixador brasileiro na Venezuela e que acionarão a presidente Dilma no Supremo Tribunal Federal por suposta violação da cláusula democrática. Dê-se novamente a palavra ao oposicionista Capriles sobre esse aspecto da exclusão da Venezuela do Mercosul: ele afirma que quem sofreria com isto seria o povo venezuelano. Meça-se a partir desse metro a pequenez política e moral de Aécio Neves e seu grupo. O oportunismo midiático do senador tucano e de seus companheiros não leva em consideração os interesses de Estado, tanto do Brasil, quanto da Venezuela, os interesses dos dois povos, as empresas e os empregos que estão envolvidos nas relações comerciais entre os dois países. Afinal de contas, a Venezuela é o segundo maior parceiro comercial do Brasil na América do Sul. Tudo somado, o fato é que se a existência de prisioneiros políticos na Venezuela é algo a ser condenado, não é jogando gasolina no fogo ou acendendo fósforo num paiol de pólvora, como disse Marco Aurélio Garcia, que se resolverá o problema. É preciso usar o bom senso, o equilíbrio e a mediação. Se existem prisioneiros políticos como Leopoldo López e Daniel Cabellos, existem também oposicionistas governando estados, como é o caso de Henrique Capriles. Tanto no governo, quanto na oposição existem aqueles que querem saídas não democráticas. O golpismo de setores oposicionistas é histórico na Venezuela. Assim, o senso de responsabilidade consiste em promover o entendimento entre os setores do governo e da oposição que acreditam que a saída da crise é pela via da democracia, pela via do voto. Aécio e seus acompanhantes em nada contribuíram para isto. Parecem mais dispostos a estimular o golpismo e a radicalização do que a democracia e a paz. Depois de semear o ódio político no Brasil, Aécio parece propor-se, em seu despreparo e em seu aventureirismo, a exportá-lo para os nossos vizinhos. A conduta de Aécio Neves confere cada vez mais credibilidade a militantes tucanos de São Paulo que nunca confiaram no senador mineiro por considera-lo superficial e irresponsável./// Aldo Fornazieri – Professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Fonte: GGN