quinta-feira, 31 de maio de 2012

Funasa libera recursos para o tratamento da água

A Fundação Nacional de Saúde - FUNASA, acaba de liberar mais uma parcela, R$649.900,00 para as obras da Estação de Tratamento de Água, projeto este, que com muito orgulho participei ativamente para sua aprovação.

Jonas Lemes em Brasília

Política: O Populismo

Populismo é basicamente um “modo” de exercer o poder. Ou seja, dá-se uma importância ao povo, às classes menos favorecidas, cuida-se delas e, assim, conquista-se sua confiança o que permite que se exerça um autoritarismo consentido, uma dominação que não é percebida por quem é dominado. Historicamente o populismo está ligado a fenômenos políticos da América Latina e se identifica com a industrialização e urbanização. No caso específico do Brasil este processo se inicia nos anos vinte e trinta o que coloca o populismo em foco exatamente neste período. Dentre as características do populismo está o fato de que o contato do líder com as massas acontece diretamente. Isto é, o líder não precisa de ninguém que intermedie seu contato com o povo, mas vai, pessoalmente, de encontro a ele, torna-se “amigo pessoal” dos pobres, preocupando-se com sua situação individual. Através dessa proximidade, cria laços que permitirão a ele ser eleito sob os aplausos da grande massa popular que a ele confia, posto que se trata, não de um político qualquer, mas de um amigo. Portanto, o populismo tem como foco as classes média e baixa. O populismo não é um governo de esquerda apesar de se voltar para as classes média e baixa. Tampouco é um governo de direita. A direita o considera uma forma demagógica de comportamento político. O populismo não dá espaço para a atuação política da classe burguesa uma vez que suas determinações políticas são atribuídas ao líder. O líder populista está acima de todas as classes, é representante único e total dos anseios do povo que o elegeu. Para a esquerda o populismo representa uma venda que é colocada nos olhos das massas distanciando-as da possibilidade de perceber o papel exercido sobre ele pelo Estado.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Segundo estudo, a cerveja deixa os homens mais inteligentes

Os pesquisadores acabam de confirmar que a cerveja faz com que os homens sejam mais inteligentes. Desde a antiguidade, a cerveja constituiu-se em um elemento básico da dieta, chamada com frequência de "pão líquido". No antigo Egito os trabalhadores recebiam cerveja como parte de seu salário, bem como as damas de honra da rainha Isabel I da Inglaterra. Em 1492, era a ração oficial dos marinheiros da Marinha de Enrique VII. Ademais, não há provas de que a ingestão de cerveja gere a popular "barriguinha cervejeira", apesar do difundido mito de que o consumo de cerveja produz distensão abdominal, no popular, "excesso de gostosura". Pois se isto não fosse o bastante, agora os citados pesquisadores da Universidade de Illinois sugerem que o consumo de cerveja também incrementa algumas parcelas de nossa inteligência. Ainda que seja só por um curto período de tempo. Ainda que alguém possa pensar que tal estudo tenha sido feito por uma lobby de cervejarias, não, o experimento foi realizado pela Associação Internacional de Psicologia, usando voluntários (40 homens com idades compreendidas entre os 21 e os 30 anos) foram submetidos a um teste para medir sua capacidade resolutiva: receberam três palavras, e a prova consistia em adivinhar qual o quarto termo que se ajustaria à sucessão. A metade dos voluntários não tomou nada de álcool, mas a outra metade havia bebido dois copos de cerveja. O resultado foi inesperado: os participantes que haviam ingerido álcool conseguiram resolver os problemas propostos em até 40% a mais que seus colegas sóbrios e em muito menos tempo. Os bebedores chegaram à solução em uma média de 12 segundos, 3,5 segundos a menos que seus colegas abstêmios. Segundo a psicóloga Jennifer Wiley, uma das responsáveis pelo estudo: - Descobrimos que uma taxa de álcool no sangue de 0,07% limita a memória, mas melhora substancialmente a capacidade criativa para a resolução de problemas". De fato, a professora defende que as coisas realmente criativas nos ocorrem após tomar um copo de vinho, por exemplo, durante o jantar, o que explicaria a razão de porque tantos literatos e artistas usem o álcool para inspirar a sua criatividade: Edgar Allan Poe, Zeca Pagodinho, Jack London, Mário Quintana, Charles Bukowski, Nelson Rodrigues, Ernest Hemingway só conseguiram escrever obras mestres com uma alta concentração de álcool no sangue.

Crônica não é ficção

Ontem(29) na reunião da Câmara um vereador da base de apoio a administração, ao tentar desmoralizar meu texto "Crônica de uma exoneração" afirmou que crônica era uma história, e podia não ser verdadeira. Pois bem nobre edil, vamos lá: A palavra crônica deriva do Latim chronica que significava, no início do Cristianismo, o relato de acontecimentos em sua ordem temporal (cronológica). Era, portanto, um registro cronológico de eventos. No século XIX, com o desenvolvimento da imprensa, a crônica passou a fazer parte dos jornais. Ela apareceu pela primeira vez em 1799, no Journal de Débats, publicado em Paris. A crônica é, primordialmente, um texto escrito para ser publicado no jornal. Assim o fato de ser publicada no jornal já lhe determina vida curta, pois à crônica de hoje seguem-se muitas outras nas próximas edições. Há semelhanças entre a crônica e o texto exclusivamente informativo. Assim como o repórter, o cronista se inspira nos acontecimentos diários, que constituem a base da crônica. Entretanto, há elementos que distinguem um texto do outro. Após cercar-se desses acontecimentos diários, o cronista dá-lhes um toque próprio. Em resumo, podemos determinar quatro pontos: Narração histórica pela ordem do tempo em que se deram os fatos. Seção ou artigo especial sobre literatura, assuntos científicos, esporte etc., em jornal ou outro periódico. Normalmente possui uma crítica indireta. Muitas vezes a crônica vem escrita em tom humorístico. Entendeu? se for preciso eu soletro.

Agora virou circo mesmo

Foto: BBC
Um padre britânico desenvolveu uma técnica inusitada para atrair fiéis: ele cospe fogo durante a missa. Na missa de Pentecostes, na Igreja de St. James em Cheltenham, região sudoeste da Inglaterra, Nick Davies revelou a novidade aos cerca de 150 presentes. O reverendo contou que tudo começou em churrascos com os amigos. Ele aprendeu o truque apenas para divertir as pessoas. Mas, ele resolveu levar a brincadeira para a missa quando lembrou da história do dia de Pentecostes quando, de acordo com a Bíblia, os discípulos de Jesus estavam juntos quando sentiram a presença do Espírito Santo e apareceram o que pareciam ser línguas de fogo. Para Davies, esta imagem da Bíblia é difícil de imaginar e, por isso, ele resolveu usar o truque com o fogo.

terça-feira, 29 de maio de 2012