quinta-feira, 15 de julho de 2010

MOSCA 6: Programação de quinta (15/07)


QUINTA 16h - Sessão Infanto-Juvenil – classificação livre
ERNESTO NO PAÍS DO FUTEBOL, de André Queiroz e Thaís Bologna, 15’, fic, SP
Em ano de Copa do Mundo, o que poderia ser pior para um menino argentino do
que morar no Brasil?
DOCE TURMINHA E A BOLA COR DE CHICLETE, de Eduardo Drachinski, 1’, ani,
SC
Juju e sua bola cor de chiclete, um pacote com muitos chicletes de várias cores, e
uma bola de chiclete da cor da bola da Juju. Esta confusão foi parar no brejo!
JOSUÉ E O PÉ DE MACAXEIRA, de Diogo Viegas, 12’, ani, RJ
Ao trocar seu burro por uma “macaxeira mágica”, Josué decobre que não são
apenas feijões que podem nos proporcionar uma aventura fantástica.
POR QUE A GENTE VOMITA?, de Mateus Di Mambro, 1’30’’, ani, MG
Este vídeo compõe uma série de animações produzidas pelo projeto de extensão
“Universidade das Crianças” e responde a uma pergunta bastante simples
elaborada por uma criança: “Por que a gente vomita?”
O QUE O NOSSO CORPO FAZ PRA QUE A GENTE CRESÇA E SE MODIFIQUE?,
de Mateus Di Mambro, 2’, ani, MG
Este vídeo compõe uma série de animações produzidas pelo projeto de extensão
“Universidade das Crianças” e responde a uma pergunta bastante simples
elaborada por uma criança: “Como crescemos?”
DE ONDE VEM A NOSSA VOZ?, de Mateus Di Mambro, 1’30’’, ani, MG
Este vídeo compõe uma série de animações produzidas pelo projeto de extensão
“Universidade das Crianças” e responde a uma pergunta bastante simples
elaborada por uma criança: “De onde vem a nossa voz?”
CARRAPATOS E CATAPULTAS, de Almir Correia, 11’, ani, PR
Em outra galáxia, no Planeta Vaca, carrapatos bicos-de-pato gostam de se
catapultar, sugar gororoba e explodir, para irem morar no mundo dos carrapatos
fantasmas, o paraíso para eles.
TEO E SUA TURMA EM: O MENINO QUE NÃO GOSTAVA DE TOMAR BANHO,
de André Rodrigues, 10’, ani, PE
Teo é um garotinho que não gosta de tomar banho. Dona Carmem, sua mãe,
redobra esforços para que ele mantenha bons hábitos de higiene. Em vão. A
situação se complica quando os colegas de escola começam a estranhar os
costumes nada higiênicos do garoto.
MUSICAIXA, de Jackson Abacatu, 2’, ani, MG
Uma caixa de música e sua proliferação de sons.
AGORA EU VOU FALAR, de Anderson Lima, 4’, fic, SP
Luísa esqueceu a lancheira e agora é obrigada a escolher um lanche da cantina.
Tarefa simples se não fossem os questionamentos de Júlia, que paralisam Luísa
numa sequência frenética de reflexões sobre tudo que comemos.
QUINTA 19h - classificação 12 anos
O CINE ELITE, de Marco Antônio, 3’, doc, Cambuquira/MG.
Breve homenagem ao antigo cinema de Cambuquira através de sua fundadora,
Dona Benedita.
AULA DE YOGA Nº 34, de Gordeef e Cláudio Roberto, 5’, ani, RJ
Um praticante de yoga tenta fazer seus exercícios em um ambiente mais natural,
porém, encontra alguns imprevistos...
CLAIS E NEVA, de Nildo Ferreira, 5’31’’, doc, SP
O curta faz parte do programa Comunidade Educativa, desenvolvido com alunos de
escolas públicas. D. Claís e D. Neva foram as primeiras professoras do Antigo
Externato Jaguaré, hoje conhecido por Escola Estadual Dr. Henrique Dumon
Villares, situada no bairro Jaguaré na cidade de São Paulo.
CIRCUITO INTERNO, de Júlio Martí, 13’, fic, SP
Elias, um imigrante boliviano ilegal, busca uma forma de batizar seu sobrinho.
Através da sua jornada de trabalho, acompanhamos o cotidiano do abusivo
universo nas oficinas de costura espalhadas no centro de São Paulo.
CARCEREIROS, de Fernanda Albino, Gabriela Mello e Jacqueline Viana, 24’50’’,
doc, SP
Relato das experiências vividas por carcereiros da Polícia Civil do Estado de SP.
Com estrutura precária, localização desapropriada, normalmente superlotadas, as
carceragens funcionam como uma bomba relógio, prestes a explodir por qualquer
atrito.
JOSUÉ E O PÉ DE MACAXEIRA, de Diogo Viegas, 12’, ani, RJ
Ao trocar seu burro por uma “macaxeira mágica”, Josué decobre que não são
apenas feijões que podem nos proporcionar uma aventura fantástica.
BOM DIA, MEU NOME É SHEILA, de Angelo Defanti, 17’, fic/doc, RJ
Fagner vende planos de saúde pelo telefone. Valéria trabalha há 19 anos numa das
maiores centrais de teleatendimento do país. O telemarketing é o setor da
economia que mais cresce e contrata hoje no Brasil cerca de 700 mil operadores.
Inspirado em reportagem publicada na revista Piauí.
QUINTA 21h30 - classificação 14 anos
JARDIM BELELÉU, de Ari Candido Fernandes, 15’, fic, SP
Itamar, operário, pai de familia, é assaltado por um casal no ônibus quando voltava
do trabalho, perdendo todo o salário do mês. Num inusitado dia, avista sua
assaltante em uma estação de trem. Começa a ruminar vinganças e a persegue.
MEU LUGAR, de Alunos da 8ª série da escola Aureníria Correa Pimentel, 14’, doc,
ES
Documentário realizado pelos alunos da escola Aureníria Correa Pimentel no bairro
Novo Horizonte, Serra.
ENCHENTE – REFLEXÃO DOS SEUS ATOS, de Magda Gonçalves, Michael de
Jesus, Paulo Cardoso e William Nunes (Oficinas Kinoforum), 4’, doc, SP
O problema das enchentes no bairro de Guaianases.
NOVA BANDEIRA PARA A NAÇÃO, de Paulo Marcelo do Vale, 15’, fic, SP
Durante escândalos de corrupção, o primeiro escalão do Governo ameaçado de
perder o poder reúne-se para elaborar um plano com o objetivo de manipular o
povo e inverter a situação. A idéia apresentada consiste na criação de uma nova
bandeira nacional.
SUTILEZA PAQUIDÉRMICA, de Alfredo Brant e Natalia Bottaro, 14’50’’, doc, MG
Um pedreiro que ajuda a construir um prédio de luxo, mas mora em uma pequena
e humilde casa. Uma faxineira de um hospital particular que não tem médico em
seu posto de saúde há mais de um ano. Estes são alguns dos personagens deste
documentário, que busca fazer uma reflexão sobre a perversidade da divisão do
trabalho e do conformismo daqueles que estão na base da cadeia produtiva.
REFLEXO, de Yasmin Bidim Pereira dos Santos, Matheus Chiaratti e Camila
Kussaba, 3’, exp, SP
Um documentário poético sobre a política na cidade de São Paulo e todos os
sentimentos que ela desperta.
O RETORNO DE SATURNO, de Lisandro Santos, 12’, ani, RS
Um momento de mudança na vida de um homem que completa 29 anos. Segundo
a Astrologia, o Retorno de Saturno é um período de grandes transformações na
vida de uma pessoa. É o que acontece com um homem que perde o emprego, fica
sem namorada e com três filhos para cuidar.
PELEJA, de João Paulo Miranda Maria, 4’22’’, fic, SP
Luta entre “Tio Sam” e “Zé Moléstia”, inspirado em poema de Ferreira Gullar.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Cala a boca, Jabor!


Não é mais novidade que Arnaldo Jabor é atualmente, o grande ideólogo da “Burguesia democrática” brasileira. Um Neo-liberal daqueles insuportáveis, que quer ver o Estado sucateado e a iniciativa privada dando as cartas na economia, se constrói como grande figura em momentos de crise, emergindo como um homem que faz críticas oportunas em momentos certos.

São esses, os homens que dão mais medo: Eles são a salvação da lavoura, mesmo quando não tem proposta alguma em tentar derrubar as propostas alheias.
Jabor se mostrava um homem em equilíbrio constante, por ser o centro perfeito: Nem direita, mas muito menos Esquerda.

Quando Arnaldo Jabor diz que “os brasileiros sãos burros”, que “o governo é bolchevista” e que vai nos fazer falta “uma grande mulher como Ruth Cardozo”, depois de nos vomitar que a América Latina não pode mais tolerar os “Narco-guerrilheiros e terroristas do último bastião da Esquerda” das FARC, podemos ficar tranqüilos: Ele está rolando o mesmo vinil, engasgando com a mesma faixa da Direita tucana.

O que não se pode agüentar é ele jogando merda no ventilador e dizendo que “está fazendo a sua parte”. Segundo nosso nobre herói “nunca houve um governo tão corrupto na nossa História”. Mas entenda-se: Jabor não viveu aqui nos últimos 500 anos. Se Jabor cuidasse da sua memória, lembraria que o governo anterior a Lula, teve a maioria de seus ministros implicados em denúncias de corrupção, improbidade administrativa, desvios de verba; lembraria que a emenda da reeleição foi negociada com os partidos da base aliada num escândalo que já em 1997 recebeu o sugestivo apelido de “mensalão”; que muitas das privatizações que ele lembra com saudades são contestadas na justiça por terem causado danos financeiros ao Estado brasileiro; que o Governo de FHC causou a maior quebradeira do país enquanto saudava as dívidas dos bancos privados; que “a grande mulher que vai nos fazer falta”, Dona Ruth Cardozo, “caridosa para com os humildes” foi implicada em graves denúncias de corrupção e apoiou FHC e seus asseclas no desmonte do patrimônio público, dando de mão beijada para os investidores estrangeiros, uma série de empresas estatais que davam lucro e pertenciam ao povo brasileiro.

É esse governo, corrupto, sórdido, mesquinho e entreguista que Jabor quer de volta. Um Governo que comemorou os 500 anos da invasão portuguesa e do massacre dos indígenas aqui residentes, com um banquete oferecido aos europeus! Por isso, não é de se estranhar que o Governo Lula seja “o mais corrupto da História”. Lula, apesar de suas contradições, equívocos e tiros n´água tem avançado nas questões sociais e empreendido um programa de inserção do capital estatal na economia. Conta também com o apoio de inúmeros movimentos sociais e abre o dialogo com o MST e a Via Campesina. Para Jabor, isso é o fim. É um infarto na democracia que ele defende.

Não devemos ver Arnaldo Jabor como um simples comentarista. Ele é, na verdade, porta-voz de uma causa: dos que não tem causa alguma a não ser desfrutar da vida enquanto milhões de pessoas passam fome. Por isso, por esse desapego, diz o que quer; acredita ele que a democracia é feita de bons vinhos, boas festas e noites entre os intelectuais, enquanto grande parte da população está sujeita ao crivo da “República dos sociólogos”. Arnaldo Jabor ridiculariza a “Luta de classes” como um extravio do passado, uma relíquia enfadonha que só sobreviveu na América Latina por que somos "sub-desenvolvidos", mas é uma prova viva da mesma, estando na defesa intransigente dos direitos da sua própria classe. Quando alguém esbarra nos seus direitos, é dever desse (pseudo) Dom Quixote pitoresco partir para o ataque: Contra o MST, as FARC, contra Lula, contra quem roubou uma maçã por que não agüentava mais de fome; Jabor é um Cossaco que não tem mais Czar para defender e agora atira em qualquer sombra que se mova ao rondar o Kremlin; É uma carruagem do velho regime que insiste em rodar pelas mesmas ruas sonhando com os holofotes de antes.
Ainda que defendamos o direito inalienável de expressão, o direito inabalável do pensamento e da crítica como base para uma democracia verdadeira, entendemos que há uma coisa que a Imprensa deve sempre lembrar, que é a ética jornalística de analisar os fatos de forma imparcial e de acordo com a verdade dos acontecimentos. Arnaldo Jabor, assim como Lazier Martins e Diogo Mainardi, está se lixando para isso. Em decorrencia, não nos pode fugir à cabeça a seguinte frase ao vê-lo com aquele sorriso sarcástico e tucano:

Cala a boca, Jabor!!!

Copiado do blog "Tamo Ai na Relatividade"

Congresso promulga PEC que desburocratiza o divórcio


O Congresso promulgou, nesta terça-feira, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Divórcio, que torna o divórcio imediato. A PEC elimina a exigência atual de separação judicial prévia por mais de um ano ou de separação de fato por mais de dois anos para que os casais possam se divorciar. Agora, o texto segue para publicação no Diário Oficial do Congresso Nacional.
A emenda poderá beneficiar mais de 153 mil pessoas que se divorciam por ano no País, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2008. A PEC foi aprovada na semana passada pelo Senado. Na Câmara, a medida foi aprovada em junho de 2009 com 315 votos favoráveis e 88 contrários.
De acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), a proposta simplifica a vida dos casais que desejam o divórcio. "A proposta não representa diferença em relação ao passado porque, em qualquer momento, o casal poderá se reconciliar. O grande avanço é a desburocratização para aprimorar o sistema do divórcio", concluiu.

Dia Mundial do Rock - Nada como um dos antigos.

segunda-feira, 12 de julho de 2010