domingo, 21 de janeiro de 2024

Carla Zambelli entra no radar de Alexandre de Moraes

Imagem: Reprodução

Após determinar a prisão de Daniel Silveira (sem partido) e a busca e apreensão no gabinete do deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), já teria definido um novo alvo no âmbito das investigações que apuram os atos golpistas do 8 de janeiro.

“Será outro símbolo do bolsonarismo raiz na Câmara: Carla Zambelli (PL-SP)”, diz o jornalista Lauro Jardim em sua coluna no jornal O Globo. Zambelli. Entre as possibilidades, estaria o afastamento da parlamentar de seu mandato na Câmara dos Deputados.

Fonte: 247 brasil
 

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Abertas as inscrições para a Chamada Pública de Ocupação do Teatro do Vagão 98

          Estão abertas as inscrições para a Chamada Pública de Ocupação do Teatro do Vagão 98.

 São 10 oportunidades de uso gratuito do teatro da entidade, por artistas que queiram oferecer espetáculos gratuitos ao público ou com cobrança de ingressos a preços populares.

 A arrecadação com ingressos é 100% dos artistas.    

Podem se inscrever artistas residentes na microrregião de Lambari-MG, em raio de até 80km de distância da sede do Vagão 98.    

As inscrições vão até 15 de fevereiro e devem ser feitas através do formulário online disponível no site do Vagão 98.    

A Ocupação do Teatro é uma oportunidade para quem quer fazer circulação de espetáculos, estreias, gravação de clipe e afins.    

O Vagão 98 é uma das principais entidades de fomento à arte e à cultura do Sul de Minas. 

O Teatro do Vagão está localizado em Lambari, na Praça Vivaldi Leite Ribeiro, 98.


 

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

17 mil pessoas morreram em consequência do uso da cloroquina.

 Imagem: Reprodução


Segundo o "Metropóles" um estudo publicado na revista "Biomédicine et Pharmacotherapy" em 2 de janeiro, realizado por pesquisadores de Lyon, na França, estima que aproximadamente 17 mil pessoas morreram, em seis países, em consequência do uso da cloroquina durante a pandemia de Covid-19.

No Brasil, os negacionistas liderados por Bolsonaro incentivaram o uso em grande escala de cloroquina, mesmo sem comprovações científicas.

Justiça precisa ser feita colocando esse genocida e seus colaboradores na cadeia.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

O ovo da serpente continua a ser chocado.

 Imagem: Reprodução


A DEMOCRACIA BRASILEIRA CONTINUA EM PERIGO

Na tragédia Júlio César, de Shakespeare, ao aderir à conspiração contra o ditador Júlio César, Brutus o compara a “um ovo de serpente, que, uma vez chocado, por sua natureza, se tornará nocivo, razão pela qual deve ser morto quando ainda na casca”. Em 1977, inspirado na fala shakespeariana, o cineasta sueco Ingmar Bergman deu o nome de O Ovo da Serpente a um filme que mostra o início da ascensão do nazismo na Alemanha. Desde então, a expressão tem sido usada para se referir a movimentações de cunho nazifascista, talvez como intuição de que, como dizia Mark Twain, “a história nunca se repete, mas ela rima”.

As manifestações bolsonaristas nas últimas semanas do ano revelaram que a extrema direita ainda está atuante em todo o país, mesmo após os escândalos de corrupção envolvendo Jair Bolsonaro (PL) e a frustrada tentativa de um golpe de Estado no dia 8 de Janeiro do ano passado. Os bolsonaristas se manifestaram contra a indicação de Flávio Dino ao Supremo Tribunal Federal (STF) e em relação à morte de Cleriston Pereira da Cunha no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O suspeito estava preso por participar dos atos golpistas do 8 de Janeiro que culminaram na invasão e quebradeira nas sedes dos Três Poderes.

As manifestações são um indício de que o bolsonarismo "ainda goza de uma fatia importante da opinião pública", segundo André Kaysal, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A análise é que, ao longo do governo do ex-presidente, o bolsonarismo foi capaz de consolidar uma base de apoio muito forte.

Por essas razões é vital que as forças democráticas continuem atentas e isolem cada vez mais a extrema direita fascista mandando para a prisão aqueles praticantes de atos antidemocráticos e, principalmente, o mentor de tais atos.



segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

Ministério Público Federal denuncia empresário por financiar ato golpista.

Imagem: Reprodução

 

O empresário Pedro Luis Kurunczi, de Londrina (PR), é o primeiro denunciado sob a acusação de financiar os ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023.

A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) no último dia 14 de dezembro, mas, como o processo corre sob sigilo no STF (Supremo Tribunal Federal), o órgão omitiu o nome do denunciado ao divulgar a notícia.

Ele é acusado de fretar quatro ônibus que transportaram 108 passageiros a Brasília, parte dos quais participantes da intentona bolsonarista, além de organizar alguns dos grupos que atacaram as sedes dos três Poderes.

Segundo a denúncia do MPF, o empresário cometeu cinco crimes: abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado mediante violência ou grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Caso condenado pelos cinco crimes, as penas somadas podem passar de 30 anos de reclusão. A denúncia ainda não foi apreciada pelo STF, até porque foi apresentada poucos dias antes do início do recesso do Judiciário.

A identificação de Pedro Luis Kurunczi foi divulgada pelo jornal "Folha de São Paulo".


sábado, 30 de dezembro de 2023


 

terça-feira, 19 de dezembro de 2023

Estética nazista adotada pelo Batalhão Azov reforça discurso de Putin de desnazificar a Ucrânia

Desde o início da guerra contra a Rússia, o governo ucraniano e aliados da Organização do Atlântico Norte (Otan) enfrentam críticas por imagens de soldados ucranianos com símbolos associados ao nazismo.

Em março de 2022, uma foto de um soldado do Batalhão Azov viralizou nas redes sociais por usar o Sol Negro, um dos símbolos associados ao nazismo que fazem parte da insígnia do grupo e cujo maior inimigo são os russos.

Apesar dessa associação do Azov com o nazismo vir sendo apontada pelo Kremlin desde o início do conflito contra a Ucrânia, apenas em junho deste ano a imprensa ocidental deu o braço a torcer.

O jornal The New York Times, um dos mais renomados dos Estados Unidos, reconheceu a presença de emblemas nazistas nas forças armadas ucranianas. A reportagem destaca que a presença desses símbolos nos uniformes ucranianos pode reforçar a propaganda russa.

O jornal relembra que a "desnazificação da Ucrânia" foi uma das justificativas apontadas por Putin para a invasão, acusando grupos neonazistas ucranianos de perseguir a população de etnia russa no Donbas.

A matéria identificou símbolos como o Totenkopf, uma caveira com ossos cruzados, e o Sol Negro, ou Sonnenrad, ambos associados ao regime de Adolf Hitler e ainda populares entre grupos neonazistas e supremacistas brancos.

Outro símbolo nazista usado pelo Azov é o Wolfsangel, usado pela 2ª Divisão Panzer SS Das Reich.

Em junho deste ano, três fotos postadas e depois apagadas das redes sociais oficiais do governo de Kiev mostram soldados e trabalhadores de emergência com emblemas como a caveira e ossos cruzados e o Sol Negro.

Esses símbolos, usados por unidades nazistas, agora aparecem em uniformes militares ucranianos, levantando questões sobre sua interpretação.

Apesar do governo ucraniano jurar que tenta combater a influência de grupos de extrema direita, tudo leva ao contrário. Não adianta emitir notas através do Ministério da Defesa do país,  condenando o nazismo, enquanto os grupos nazistas aparecem sempre como protagonista na guerra contra a Rússia.

A conclusão é óbvia, Zelensky até pode não ser nazista, mas está se valendo desse movimento para tentar manter uma guerra perdida.