segunda-feira, 7 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Dia Nacional do Riso

O ato de dar risada tem um dia só dele no Brasil: 6 de novembro, Dia Nacional do Riso. Mas, afinal, será que a expressão "rir é o melhor remédio" é mesmo verdadeira? Muitos especialistas já recorreram a estudos para tentar descobrir como esse ato tão divertido afeta o corpo e a vida das pessoas. O que grande parte dos resultados mostra é que os efeitos vão muito além da sensação de bem-estar ou da moleza no corpo após uma longa gargalhada. "Os principais estudos sobre o efeito do riso em nossa saúde dedicaram-se aos sistemas cardiovascular e imunológico e à percepção de dor", conta o neurologista Ricardo Teixeira, do Instituto do Cérebro de Brasília.
sábado, 5 de novembro de 2011
Imprensa oficial de Minas é alvo do Ministério Público

O Ministério Público (MP) Estadual vai abrir investigação para apurar supostas irregularidades em contrato firmado entre a Imprensa Oficial de Minas Gerais (Iomg), e uma empresa de produtos de informática. Segundo a denúncia, feita em setembro, o órgão responsável pela divulgação das ações e atividades do governo teria adquirido uma licença de sistema informatizado por R$ 3,1 milhões, sem licitação, da empresa Modulo Security Solutions, que teria sede em Niterói (RJ), segundo a denúncia.
O valor da compra estaria acima do praticado no mercado, o que levanta suspeitas de superfaturamento.
A representação foi feita pela Associação dos Jornalistas do Serviço Público (Ajosp), e entregue à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público. O promotor João Medeiros afirmou que será instaurado inquérito civil público até o final da semana, sem antecipar, no entanto, detalhes sobre o caso porque as informações estão sendo analisadas.
De acordo com a Ajosp, que afirma ter tido acesso às ordens de pagamento efetuadas pela Iomg, o valor inicial do contrato era de R$ 1,4 milhão. Ao final da quitação, porém, o governo teria pago R$ 3,1 milhões, entre fevereiro de 2009 e dezembro de 2010. A negociação teria sido feita, de acordo com a denúncia, durante a gestão de Francisco Pedalino Costa à frente da Iomg.
O convênio firmado entre a estatal e a empresa daria ao órgão público a licença para o uso de um sistema conhecido como "Módulo Risk Manager". Ele tem diversas funções administrativas, como a redução de riscos de gestão de uma empresa e garantia de eficiência em auditorias internas. A Iomg utilizaria o sistema em seu parque de tecnologia da informação, segundo a associação de jornalistas.
O presidente da entidade, Cláudio Vilaça, afirma que, apesar dos gastos terem superado o previsto, o programa não teve funcionalidade na Iomg. "O sistema praticamente não foi utilizado", disse. "Esse processo (de compra do sistema) foi para beneficiar a empresa que vendeu", disse. A reportagem não conseguiu contato com a empresa.
Segundo Vilaça, quando o sistema foi comprado, os funcionários da Iomg não foram treinados para usá-lo. Tal fato, na avaliação dele, indicaria que o objetivo da aquisição não foi aprimorar a gestão da autarquia, mas favorecer as partes envolvidas com valores pagos acima do mercado.
Os valores
Parcelas. O primeiro pagamento pela compra do sistema foi, segundo a denúncia, no valor de R$ 1,1 milhão, em fevereiro de 2009.
Custos. As parcelas tinham valores diferentes. A primeira foi a mais alta, segundo a Ajosp.
Final. A última quantia paga pela aquisição, em dezembro de 2010, foi de R$ 67,8 mil, totalizando R$ 3,13 milhões.
Reportagem completa em O Tempo
Filosofia de um medroso.

Excelente intervenção do escritor moçambicano Mia Couto em uma conferência internacional sobre segurança.
Segundo ele "O medo foi afinal o mestre que mais me fez desaprender", "há nesse mundo, mas medo de coisas más, do que coisas más própriamente ditas"
Como bem posto no video, somos todos militares em guerra, incapazes de dar-nos ao luxo de questionar o quão brutal é nosso comportamento. Temos confiança no que conhecemos e medo do novo, mas como novamente bem posicionado no vídeo, normalmente a violência vem do lar, de parentes, e acrescento que certamente nenhum governo lhe fará tanto mal quanto o seu próprio!
Vale a pena perder cerca de 8 minutos de seu tempo para ver o vídeo.
A Veja não nos representa

O grupo que ocupa o Vale do Anhangabaú desde o último dia 15 de outubro para se manifestar contra o sistema político-econômico vigente recebeu com indignação a matéria de capa da edição de 26 de outubro da revista Veja. A matéria “Dez motivos para se indignar com a corrupção” demonstra mais uma vez a tendência conservadora do conselho editorial do grupo Abril, e sua prática de manipulação da informação pelo método de omissão e ênfase. A manipulação de símbolos é flagrante, por exemplo com o uso descontextualizado da imagem da máscara de Guido Fawkes, que se tornou símbolo dos levantes anticapitalistas no mundo todo, visando canalizar a insatisfação dos 99% da população para as pautas que interessam ao privilegiado grupo econômico da qual a publicação é porta-voz: o empresariado, sobretudo paulista.
"É inegável que os movimentos autônomos que convergem em acampadas em cidades como Belém, Salvador, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, em consonância com os levantes internacionais, condenam qualquer forma de corrupção. Entretanto aquilo contra o qual lutamos é uma doença muito maior, a corrupção é apenas um de seus desagradáveis sintomas (ver Manifesto da ocupação paulista, em anexo). A revista Veja usa suas páginas para atacar o Governo Federal e fazer “oposição” de Direita. Combater a corrupção como se fosse causa e não consequência é alimentar o mal ou, para dizer o mínimo, enxugar gelo. O sistema político vigente, as regras do jogo em si, é que propiciam, senão incentivam práticas de corrupção.
Mas para além do desvio de dinheiro público por debaixo dos panos, existe outras formas de alocação de recursos públicos para interesses privados, como no caso da construção da usina de Belo Monte, que terá 80% do seu custo de R$ 30 Bilhões bancado com dinheiro público, mesmo que os únicos beneficiados com a obra sejam as empreiteiras e as empresas estrangeiras que exploram o alumínio na região Norte. Apenas 10% desse alumínio fica no Brasil; quanto aos lucros, a maior parte fica nas mãos dessas corporações transnacionais e de uma pequena elite política brasileira. Sobram para os brasileiros apenas a conta para pagar, e o sofrimento causado pelos impactos sociais e ambientais.
Outro modo de apropriação do Estado pelo interesse particular é a aprovação de leis como o novo Código Florestal, que tem sido tocado como o rolo compressor da bancada ruralista. O prejuízo ambiental será de todos, uma vez que todos terão menos oxigênio, nascentes de rios e biodiversidade. Enquanto os exportadores de soja, milho e cana, mais dinheiro em suas contas.
As acampadas anticapitalistas como a ocupação do Viaduto do Chá apelidada provisóriamente como Acampa Sampa contestam o sistema de Democracia Representativa, por entender que o povo tem o direito de participar diretamente da discussão e decisão políticas. Constatamos que os políticos não nos representam. Uma vez eleitos, representam apenas a seus próprios interesses e o daqueles que financiam suas campanhas.
Entretanto é importante notar que o que Veja propõe não é uma transformação política que impeça tais práticas, mas ao contrário, gostaria de ver os magnatas da indústria e comércio, marcadamente associadas a PSDB e DEM no comando do Estado para arbitrar tanto quanto as elites agrárias às quais o atual governo petista se aliou.
Essa postura é evidenciada pelo fato de que a revista dá voz à Fiesp, mas não entrevistou sequer um dos participantes dos movimentos de “indignados” das ocupações públicas. A revista, que dá ênfase à corrupção no atual governo federal, não retoma os escândalos dos governos passados e apresenta propostas extremamente neoliberais como remédio para a corrupção. Veja chega colocar no mesmo balaio dos corruptos, também aposentados, pensionistas e pessoas que recebem bolsas do governo. O que Veja quer é defender a diminuição de gastos sociais e a demissão de miliares de funcionários públicos e diminuir a carga tributária paga por seus patrocinadores.
Veja tenta confundir o leitor, fazendo parecer que a sua luta específica contra o Governo Dilma e a favor dos empresários é a luta dos acampamentos de indignados. A Veja não nos representa. Nossa luta não é simplesmente contra o governo Dilma. Nossa luta é contra o Capital e os governos de um modo geral. Queremos a mudança do sistema e a transição para uma sociedade em que todos tenham vez e voz. Nossa luta é também contra os governos estaduais e municipais do bloco político sustentado pelo grupo Abril.
Nossa luta por Democracia Real é também uma luta contra empresas de comunicação manipuladoras do processo político, como a própria Veja. Enquanto houver essa democracia indireta e o capitalismo selvagem, haverá corrupção.
Não queremos um estado reduzido para ver o poder ainda mais concentrado nas mãos de empresários. Queremos o poder nas mãos do povo, e o povo plenamente livre, decidindo junto os destinos de suas comunidades. É por isso que não concordamos com qualquer reforma política que sirva para manter e aumentar o poder daqueles que já concentram poder, queremos a transformação completa do sistema.
Discordamos também quando a revista afirma que o Brasil não está em uma situação tão grave quanto a dos países europeus que enfrentam a crise do capital. O que acontece é que o Brasil se acostumou com a crise e com as suas gritantes contradições. Basta olhar a situação dos sem-teto, dos sem-hospital, dos sem-escola, dos sem voz em nosso país para ver que a situação do Brasil que cresce, cresce para poucos. Chegamos a essa situação não simplesmente por causa da corrupção, mas pela exploração do homem pelo homem que já dura mais de cinco séculos".
Sábado recordação

Paulo Roberto Figueiredo de Oliveira, mais conhecido por Paulinho Boca de Cantor (Santa Inês, Bahia, 28 de junho de 1946) é um cantor e compositor brasileiro. Foi um dos membros fundadores do grupo de MPB Novos Baianos, que durou de 1969 à 1979.
Paulo começou como crooner do grupo Orquesta Avanço, que atuava em Salvador e no interior da Bahia. Em 1969, fundou, ao lado de Pepeu Gomes, Baby Consuelo, Luiz Galvão e Moraes Moreira, o grupo Novos Baianos. Era um dos principais compositores do grupo, ao lado de Luiz Galvão. Junto com o grupo, lançou 10 álbuns de estúdio, entre eles o premiado Acabou Chorare, considerado o melhor álbum brasileiro da história. Criou em 1976 o "Trio Elétrico dos Novos Baianos", e colocou o som vocal pela primeira vez nos trios elétricos, o que se tornou obrigatório até os dias de hoje. Em 1979, com o fim do grupo, começou sua carreira solo.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Dilma é 22ª em lista dos mais poderosos do mundo da 'Forbes'

A presidente Dilma Rousseff aparece em 22º lugar na lista anual das pessoas mais poderosas do mundo divulgada nesta quarta (2) pela revista norte-americana de negócios "Forbes". Entre as 70 personalidades do ranking, Dilma é a única brasileira.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, recuperou neste ano o primeiro lugar, que estava com o presidente chinês Hu Jintao.
Jintao e Dilma se reuniram nesta quarta em Cannes, na França, onde, a partir desta quinta (3), participarão da cúpula de líderes mundiais do G20.
Na lista, atrás de Obama, ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente, o premiê russo, Vladimir Putin, e Hu Jintao, de acordo com a Forbes.
Entre os fatores considerados pela revista para eleger os mais poderosos estão os recursos financeiros que controlam; a influência em mais de uma esfera; e quão ativamente exercem seu poder para mudar o mundo, segundo a publicação.
Fonte: Forbes
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