quinta-feira, 8 de setembro de 2011

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Mais um dia de Jornada

Fotos: Antonio Almeida




A Jornada Mineira do Patrimônio Cultural continuou ontem com os alunos das escolas Raul Sá e Sementinha ouvindo histórias e aprendendo a importância de preservar a memória histórica.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O PT e o controle da mídia


O Partido dos Trabalhadores aprovou em seu 4º Congresso, uma resolução propondo um controle dos órgãos de imprensa.

Nós que lutamos contra a ditadura militar pela volta da democracia, fomos presos e torturados, vimos companheiros morrerem assassinatos pelo governo militar e a imprensa calada.

Nós que clamávamos por uma imprensa livre, agora no poder queremos calá-la?

Sabemos que parte da imprensa é tendenciosa, até mentirosa em algumas ocasiões, mas para isto existe a Justiça. Nunca a mordaça!

Quem tem medo da imprensa, provavelmente tem algo a esconder.

Parabéns a Presidenta Dilma que afirmou que o único controle contra a mídia é o controle remoto.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Jornada Mineira do Patrimônio Cultural

Fotos: Antonio Almeida


Com uma exposição de artes plásticas, fotos e móveis antigos deu-se inicio a Jornada Mineira do Patrimônio Cultural em Cambuquira.

Clique aqui e veja fotos da abertura.

O sorriso de Jaqueline


Existem dois tipos de meliantes no Brasil: o que cobre o rosto depois do flagrante e o que encara as câmeras com cinismo de celebridade quando apresentado no ‘Jornal Nacional’. Não é questão de tempo de serviço! Tem fora da lei de longa data que, já detentor de notoriedade no mundo do crime, continua se escondendo dos flashes como o diabo da cruz, resquício de constrangimento que muitas vezes só se manifesta em principiantes.

Não há na vasta crônica policial brasileira estudos sobre o momento exato em que o acusado mostra a cara sem qualquer pudor com o reconhecimento público. Pouco se sabe, portanto, sobre o instante em que uma pessoa perde inteiramente a vergonha, isso vale para ladrão de caixa eletrônico, sonegador de imposto, batedor de carteira ou político corrupto.

O caso de Jaqueline Roriz foi uma rara oportunidade em que deu pra ver direitinho o sorriso descarado saindo do armário horas antes da absolvição da deputada em processo de cassação na Câmara. Quem, depois daquele vídeo-mufunfa, passou a observá-la cavernosa pelos cantos do Congresso percebeu de cara na última terça-feira que a filha do velho Joaquim mudou radicalmente sua maneira de encarar quem lhe veste a carapuça.

Ou seja, a loura flagrada na farra do dinheiro público do DF não está mais nem aí para olhares de reprovação! Também não quer briga com ninguém! A risada que deixou escapar no plenário – repara só na ilustração ao lado – foi pura falta de talento para a sutileza. Um súbito descontrole no sarcasmo de seu DNA acabou empastelando o efeito Mona Lisa desejado. Um pingo de mistério, no caso de Jaqueline, pode ser a última esperança de uma dose remota de decência nessa história toda.

Copiado do blog Tutty Vasques