quarta-feira, 2 de março de 2011

Falecimento


Faleceu esta tarde de acidente automobilistico, meu amigo, Hélder Coelho Sarto, médico que trabalhou em Cambuquira.
Era cardiologista e trabalhava como perito do INSS em Varginha e no Hospital Municipal São Sebastião, em Três Corações, onde também mantinha consultório. Hélder perdeu o controle do Eco Sport que dirigia, tendo capotado.

Este blog apresenta sentidas condolências a sua esposa Gláucia.

terça-feira, 1 de março de 2011

Política ou politicagem?


Política e Politicagem se confundem como uma imagem no espelho. Onde termina a realidade e começa o reflexo invertido e distorcido de si mesmo?

Antes de entrar no mérito do que seria Política e Politicagem, procurei o significado no dicionário e vou usar o resultado da pesquisa aqui. Afinal, quem sou eu perto do HOUAISS, não é mesmo? Entre os vários significados, estes se enquadram melhor.

Política = arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; aplicação desta arte aos negócios internos da nação (política interna) ou aos negócios externos (política externa).

Politicagem = política de interesses pessoais, de troca de favores, ou de realizações insignificantes.


Está bem claro, certo? Deveria, mas não está. O que vemos é a falta de comprometimento (para não dizer caráter) no limite entre uma coisa e outra.

Por exemplo: a vereadora rejane publicou um artigo no jornal da Câmara recheado de politicagem, acusando o prefeito de perseguição pois o mesmo demitiu duas funcionárias da saúde.

Ora, aquele funcionário sem estabilidade e que não cumpre suas funções corretamente, não interessa se ele tenha 1, 2 ou 8 anos de serviço. É prerrogativa do gestor demitir. Ele tem de se cercar de funcionários competentes.

Uma outra coisa que chama a atenção na matéria da vereadora é a comparação entre o prefeito Kaka e um outro que chama de perseguidor, mas não teve a CORAGEM de citar o nome.

Talvez estivesse falando do ex-prefeito que ela tanto idolatra que perseguiu os irmãos do vereador Roginaldo e que fez demitir dois funcionários da Querubim, um por ter apoiado outro candidato a prefeito e o segundo por ter sido candidato a vereador em chapa de oposição.

Quanto ao vereador fabrício, ele continua pedindo "documento" que prove que ele prejudicou a população ao votar contra o Projeto de Lei para a compra de veículos escolares.

Vou tentar explicar, nobre vereador:

1. Em uma sexta-feira era o prazo limite para encaminhar ao BDMG a Lei Autorizativa para a adesão ao projeto Caminho da Escola.
2. Na quarta-feira (anterior ao prazo limite) o vereador Diogo Castilho, como relator da Comissão, emitiu parecer favorável;
3. O Presidente da Câmara, à época, para não prejudicar o município convocou Sessão Extraordinária para quinta-feira (um dia antes do prazo limite) na intenção de aprovar o projeto de lei a tempo de ser sancionada pelo Prefeito e encaminhada a Lei para o BDMG;
4. Aproveitando-se da ausência do vereador Diogo, vossa excelência e os outros vereadores da oposição votaram contra o projeto de lei, rejeitando-o;
5. Sendo o projeto de lei rejeitado na quinta-feira, obviamente o prazo foi perdido, já que o limite era o dia seguinte (sexta-feira);
6. Em sessão ordinária posteriormente, vossa excelência e seus companheiros de oposição, talvez para fazer média, aprovaram o projeto. Mas já era tarde, pois o prazo para a entrega da documentação já havia vencido.
Entendeu?
Não?
Vou repetir:
1. Em uma sexta-feira era o prazo limite para encaminhar ao BDMG a Lei Autorizativa para a adesão ao projeto Caminho da Escola.
2. Na quarta-feira (anterior ao prazo limite) o vereador Diogo Castilho, como relator da Comissão, emitiu parecer favorável;
3. O Presidente da Câmara, à época, para não prejudicar o município convocou Sessão Extraordinária para quinta-feira (um dia antes do prazo limite) na intenção de aprovar o projeto de lei a tempo de ser sancionada pelo Prefeito e encaminhada a Lei para o BDMG;
4. Aproveitando-se da ausência do vereador Diogo, vossa excelência e os outros vereadores da oposição votaram contra o projeto de lei, rejeitando-o;
5. Sendo o projeto de lei rejeitado na quinta-feira, obviamente o prazo foi perdido, já que o limite era o dia seguinte (sexta-feira);
6. Em sessão ordinária posteriormente, vossa excelência e seus companheiros de oposição, talvez para fazer média, aprovaram o projeto. Mas já era tarde, pois o prazo para a entrega da documentação já havia vencido.
Entendeu agora, ou vai continuar fazendo jogo de cena?

Justiça revogou título de 1987 do Flamerda


O presidente do Sport, Gustavo Dubeux, anunciou nesta terça-feira em seu Twitter que, por decisão do juiz da 2ª Vara da Justiça Federal de Pernambuco, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) será obrigada a desconsiderar o título brasileiro de 1987 do Flamengo, concedido pela entidade no último dia 21.

"O juiz da 2ª vara federal, Dr. Francisco Alves, notificará a CBF para que em 48 horas, ela revogue seu ato e considere nosso SPORT o único CAMPEÃO BRASILEIRO DE 1987, parabenizo nosso grande vice-jurídico João Humberto Martorelli pelo seu árduo trabalho nesse caso! PST", postou o mandatário.

A informação divulgada por Gustavo Dubeux foi confirmada pelo vice-presidente de comunicação do Sport, José Alves, em entrevista exclusiva ao Terra. A expectativa do dirigente é que a CBF tenha de tornar pública a notícia na próxima sexta-feira, já que a Justiça Federal comunicaria em 24 horas a decisão, e a entidade teria mais 48 horas para tirar do site e de todos os outros meios a informação de que o Flamengo também seria campeão do Brasileiro de 1987.

Prefeito em Belo Horizonte


O Prefeito Kaka cumpriu hoje extensa agenda em Belo Horizonte, onde esteve no Tribunal de Justiça, Codemig, Secretaria de Turismo, Setop, Secretaria de Educação e no gabinete do deputado estadual Sargento Rodrigues.
Entre outros assuntos, o prefeito tratou da inclusão do município de Cambuquira no Roteiro Turístico Nacional, buscou recursos para ampliação da Escola Maternal, protocolu o Projeto Arquitetõnico da Policlínica Municipal, além de junto com o gerente do Parque das Águas, Rodrigo Santos, participar de reunião na Codemig.
Com o deputado Sargento Rodrigues (foto), o prefeito Kaka discutiu a possibilidade de maiores investimentos no município.

Alerta da Cemig


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Bolsa Família reduz em 36% índice de crianças e adolescentes fora da escola



O Bolsa Família reduz a evasão escolar em 36%, entre crianças de 6 a 16 anos, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgados na semana passada. A proporção dos que não frequentam escola cai de 8,4% para 5,4% com o benefício. Os pesquisadores compararam populações semelhantes que recebem ou não o Bolsa Família, a partir de dados de 1999 e 2007, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As 12 milhões de famílias que recebem a bolsa têm de garantir que seus filhos menores de 15 anos compareçam a 85% das aulas a cada mês e, os de 16 e 17 anos, devem ir a 75%. Elas também têm de garantir a vacinação das crianças de até 6 anos de idade e consultas médicas regulares para mulheres grávidas ou que estejam amamentando.

Faixa etária
O impacto é maior no caso das crianças mais novas: de 6 a 10 anos de idade a variação positiva foi de 40% (a proporção de crianças dessa faixa etária que frequenta escola passou de 93,3% para 96,3%, com o programa); já para as faixas etárias de 11 a 14 anos e de 15 a 16 anos, a redução estimada na proporção de crianças fora da escola foi menor, atingindo quase 30%.

O efeito de uma política de longo prazo fica claro na análise dos dados sobre as crianças com ao menos oito anos de estudo. O Bolsa Família é responsável por quase 60% da queda na evasão escolar. O Inep avalia que o programa elevou a frequência deste grupo de estudantes de 81,7% para 91,9%. Para os pesquisadores isso se dá porque essa meninada é beneficiada desde o ensino fundamental. Além disso, a condição de relacionar o programa à escola ampliou a importância atribuída aos estudos pelos estudantes e também pelos pais.

Gênero
O impacto do Bolsa Família sobre a freqüência escolar é maior para meninos: cerca de 40% da proporção de meninos menores de 16 anos de idade, fazendo com que a proporção dos que frequentam passasse de 90,1% para 94,1%. Já no caso das meninas, a redução foi de cerca de 30% (93,1%, caso o programa não existisse, para 95,1%).

O maior efeito do programa sobre a frequência escolar dos meninos pode ser explicado, por um lado, pelo fato de eles tenderem a ser menos disciplinados na escola e a ter maiores oportunidades de trabalho. A obtenção da transferência de renda condicionada à frequência escolar pode ter mais que compensado a perda de renda associada ao trabalho de crianças e adolescentes do sexo masculino.

“Os indivíduos que, sem o programa, abandonariam a escola em determinada série ou nível de ensino, com a exigência, teriam o abandono postergado, o que levaria à elevação da frequência escola de pessoas com maior idade e nível de escolaridade”, conclui o estudo publicado na revista Na Medida, do Inep, número 6.

Fonte: Portal Brasil