segunda-feira, 11 de maio de 2009

12 de maio: Esquadrilha da Fumaça



A partir das 15 horas - "Campinho" da Figueira

quinta-feira, 7 de maio de 2009

I Seminário de Financiamento do Turismo


O Seminário de Financiamento do Turismo que seria realizado dia 18 de maio, foi transferido para o dia 19 e terá a presença de Ricardo Flores, Vice-Presidente do Banco do Brasil, além do já confirmado Luiz Barretto, Ministro de Estado do Turismo.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

100 anos de Cambuquira II


"Cumprimento Vossa Excelência pelo centenário de Cambuquira, cidade destaque para o cenário turístico de nosso País.
Renovo votos de êxito em suas atividades à frente da Prefeitura de Cambuquira e aproveito para parabenizá-lo pelo belo trabalho que vem realizando".
Patrus Ananias
Ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

100 anos de Cambuquira


"Cumprimento Vossa Excelência e saudo os cidadãos do município de Cambuquira".
Dilma Roussef
Ministra-Chefe da Casa Civil da Presidência da República

O ódio é um sentimento de profunda antipatia, desgosto, aversão, raiva, rancor profundo, horror, inimizade ou repulsa contra uma pessoa ou algo, assim como o desejo de evitar, limitar ou destruir o seu objetivo.
A palavra tem origem no latim odiu.
O ódio pode se basear no medo a seu objetivo, já seja justificado ou não. O ódio é descrito com frequência como o contrário do amor, ou a amizade; outros, como Elie Wiesel, consideram a indiferença como o oposto do amor.
O ódio não é necessariamente irracional. É razoável odiar pessoas ou organizações que ameaçam ou fazem sofrer.
Raiva e ódio
O Ódio é mais profundo que a Raiva. Enquanto a Raiva seria predominantemente uma emoção, o Ódio seria, predominantemente, um sentimento. Paradoxalmente podemos dizer que o ódio é um afeto tão primitivo quanto o amor. Tanto quanto o amor, o ódio nasce de representações e desejos conscientes e inconscientes, os quais refletem mais ou menos o narcisismo fisiológico que nos faz pensar sermos muito especiais.
Assim como o amor, só odiamos aquilo que nos for muito importante. Não há necessidade de ser-nos muito importantes as coisas pelas quais experimentamos Raiva, entretanto, para odiar é preciso valorizar o objeto odiado.
A teoria do Sujeito-Objeto, diadaticamente coloca a idéia de que existem apenas duas coisas em nossa existência, eu, o sujeito e o não-eu, o objeto. E tudo o que sentimos, desde nosso nascimento, são emoções e sentimentos em resposta ao objeto. Para que essa teoria possa ter utilidade é imprescindível entendermos o objeto como tudo aquilo que não é eu, mais precisamente, tudo aquilo que não é minha consciência.
Assim sendo teremos os objetos do mundo externo ao sujeito, que são as coisas, os fatos, os acontecimentos, e os objetos internos, que são nossos órgãos, nossa bioquímica, etc. Podemos sentir raiva, e outros sentimentos, em resposta a algum objeto externo (pessoa, trânsito, time de futebol...) ou sentir ansiedade, e outros sentimentos, em resposta a algum objeto interno (hiperteireoidismo, diabetes, TPM, etc...).
Mas, de qualquer forma, o mundo objectual (do não eu) só pode ter valor se o sujeito o atribui. Para o sujeito nutrir sentimentos de ódio, é indispensável que atribua ao objeto de seu ódio um valor suficiente para fazê-lo reagir com esse tipo de sentimento. Obviamente, se ignorar o valor do objeto não poderá odiá-lo.
Em termos práticos podemos dizer que a raiva, como uma emoção, não implica em mágoa, mas em estresse, e o ódio, como sentimento, implica numa mágoa crônica, numa angústia e frustração. Nenhum dos dois é bom para a saúde; enquanto a raiva, através de seu aspecto agudo e estressante proporciona uma revolução orgânica bastante importante, às vezes suficientemente importante para causar um transtorno físico agudo, do tipo infarte ou derrame (AVC), o ódio consome o equilíbrio interno cronicamente, mais compatível com o câncer, com arteriosclerose, com a diabetes, hipertensão crônica
Gostaria de saber o motivo pelo qual o(s) responsável (eis) pela impresa amarela tem tanto ódio de Cambuquira.

Meio-ambiente

A palestra sobre resíduos sólidos que seria proferida dia 7 de maio, por representante do Ministério do Meio Ambiente foi cancelada a pedido do Ministério, que pretende, em nova data, realizar seminário mais abragente com a presença, além do MMA, de representantes da FUNASA e do Governo de Minas Gerais.

terça-feira, 5 de maio de 2009